sábado, 9 de janeiro de 2016

As 5 praias mais lindas do mundo.

Ranking das 5 Praias Mais Belas do Mundo.


Se você ainda não planejou o próximo destino para as férias com a família, algumas dessas mais lindas praias do mundo vão te fazer querer largar tudo e viajar neste exato momento. Água cristalina, céu bem azul e muita tranquilidade para você, que só toma água de coco de caixinha.



1. ANSE SOURCE D’ARGENT – SEYCHELLES


A ilhazinha quase escondida na América Central possui uma das mais lindas praias do mundo inteiro. Com ares de paraíso tropical, Seychelles é um país insular formado por 115 ilhas no Oceano Índico.  A praia de Anse Source d’Angent conta com belos rochedos e uma praia de areia branca para descansar e pegar um belo bronze.




Como chegar:

Não é uma viagem curta para chegar a Seychelles. O principal aeroporto do arquipélago é o da ilha de Mahé, que serve a capital Victoria. Saindo do Brasil, o caminho mais curto é embarcando em voos com Qatar e Emirates, em jornadas que duram de 20h30 a 22h, com escalas em Doha e Dubai, respectivamente. Há também a possibilidade de fazer viagens pelo Quênia e África do Sul, com Kenya Airways e South African Airways. As passagens giram em torno de US$ 2100.
                     



2. BAHIA SOLANO – COLÔMBIA


Nossos vizinhos da Colômbia também são detentores de uma linda praia! Chegar à Bahia Solano, no litoral do Pacifico colombiano, é como entrar em outro mundo. Lá as rodovias ainda não chegaram. O fato, que deixa a pequena população praticamente isolada do resto do país, é uma benção para as milhares de espécies de animais e plantas que habitam um dos ecossistemas mais biodiversos do planeta.
Como chegar: 
Só existem duas formas de chegar às praias do pacífico colombiano: pelo mar, numa viagem de um dia que parte do porto de Buenaventura, ou pelo céu. Chove tanto no estado de Chocó, onde ficam as cidades turísticas Nuquí e Bahía Solano, que as rodovias não chegam até o litoral (ligam apenas a capital do estado, Quibdó, a Medellín).

               







3. HANALEI BAY – HAVAÍ – ESTADOS UNIDOS

Coberta de areias finas e rodeada de belas montanhas, Hanalei Bay é uma praia romântica com águas cristalinas que fica na costa norte da ilha Kauai. As ondas atraem surfistas experientes e a praia tem hotéis para os turistas e um píer no leste, onde o rio Hanalei se encontra com o Pacífico.

Como chegar: 

As melhores companhias para viajar para o Havaí atualmente são as Alaska Airlines e a Hawaiian Airlines. Ambas servem os aeroportos de São Francisco e Oakland ( 40 min de SF  para o leste), com vôos diretos de 5 horas até o paraíso! As mesmas companhias partem de Los Angeles e San Diego por preços cômodos!



4.MATIRA – BORA BORA – TAHITI

A praia de Matira fica localizada na ilha de Bora Bora na Polinésia Francesa, e é uma das mais luxuosas do mundo , possuindo também uma beleza sem precedentes , com o mar cristalino a sua frente, esbanja as suas magníficas belezas naturais e uma tranquilidade esplendorosa.



Como Chegar: 
Para chegar até esta magnífica ilha do Pacífico, o caminho é longo: de São Paulo, combinações de companhias como Delta, Air France e Korean Airlines levam os passageiros até Papeetee, capital da Polinésia Francesa, com escalas em Los Angeles, em voos a partir de R$ 4 mil. De Papeetee, são mais 50 minutos de avião antes de chegar a Bora Bora e suas paisagens estonteantes.





5. MAYA BAY – KO PHI PHI – TAILÂNDIA



Phi Phi é uma das ilhas mais famosas da Tailândia e Maya Bay é uma das grandes responsáveis por isso. Existem duas Phi Phis: Ko Phi Phi Don e Ko Phi Phi Leh. Elas estão muito próximas uma da outra e com certeza a que você se hospedará será Koh Phi Phi Don, já que Ko Phi Phi Leh é uma reserva natural e não possui.
Maya Bay é um parque nacional que fica na ilha de Koh Phi Phi Leh, a segunda maior do arquipélago de Phi Phi. Normalmente os tours partem de Koh Phi Phi Don. 
O que leva tanta gente até lá? 
A incrível praia de água azul turquesa, areia branca e as montanhas da baía. Só evite a maré baixa, porque não é a mesma coisa. Converse com a agência e certifique-se disso.



Como Chegar:

Independente do transporte utilizado para sair de Bangkok, todos te levarão às ilhas de Krabi ou Phuket, pontos de saída dos ferry boats para Phi Phi. Avalie todas as opções e encontre a melhor segundo as suas prioridades! A viagem do aeroporto de Bangkok – Don Mueang para Phuket ou Krabi normalmente dura 1:20h, portanto, é a forma mais rápida e cômoda de chegar ao Sul da Tailândia. Há dois aeroportos a menos de 50 km da ilha, o de Phuket e o de Krabi e diversas companhias aéreas fazem o trecho Bangkok-Phuket ou Krabi: Orient Thai Airlines, Nok Air  , Bangkok Airlines, Thai Smile, Air Asia entre outras. A melhor opção é pegar o voo para Krabi, já que o aeroporto está a aproximadamente 30 minutos do pier onde você terá que pegar o ferry boat para Phi Phi.

Mistérios do Antigo Egito e Terra Santa

Exposição reúne 150 peças arqueológicas do Antigo Egito

O Carioca Shopping em Vicente de Carvalho-RJ  recebe o "Museu Itinerante Mistérios do Antigo Egito e Terra Santa", que consiste em uma exposição de peças arqueológicas, entre 70 originais e 62 réplicas, pertencentes aos períodos distintos do Antigo Egito e da Terra Santa. 
O acervo pertence a Maisur Musa, estudioso que desde 1995 percorre o território brasileiro com o objetivo de disseminar a história das civilizações.

A mostra pode ser conferida no 2 piso do shopping com a entrada custando R$16,00 a inteira e R$8,00 a meia entrada!

Uma vez comprado, o visitante pode retornar à mostra quantas vezes quiser.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2016

Mensagem Espírita do Dia

A força do pensamento

Não podemos dar créditos aos medos, nem sucesso à ansiedade.
Somente o interesse pelo bem pode construir um futuro feliz, quando se pensa positivamente, quando se confia em Deus e espera um futuro melhor.
Os pensamentos definem tudo que teremos adiante, eles são um imã, atraem o que falamos e sentimos.
Em muitos momentos a simples mudança de pensamento muda tudo, muda a maneira como olhamos para a vida.
Quem acredita num futuro melhor, terá um futuro melhor, quem pensa num dia terrível terá um dia terrível.
E os que esperam dias bons e acontecem coisas ruins ainda não sentiram de verdade, com certeza que é possível viver bem, ainda não construíram fé suficiente para mudar tudo.

Autor: Dimas
Médium: Nilton Stuqui

quarta-feira, 26 de agosto de 2015

Poesias Sobre a Arte da Dança do Ventre



A DANÇA DO VENTRE EM MINHA VIDA

Os primeiros passos não foram exatamente uma expressão artística

Os movimentos desconexos eram inspirados no abstrato,
numa tentativa incoerente de unir aquilo tudo que aprendia a movimentar isoladamente.

Desde o início, porém, eu sentia uma força maior que me envolvia.
Os ritmos, o colorido dos véus e os movimentos encantavam-me e
me traziam a sensação de uma mistura do sagrado e do profano.

Aos poucos fui despertando para o mundo da dança do ventre e comecei a expressar-me como uma bailarina.
As descobertas foram acontecendo (e ainda acontecem) a cada dia, a cada aula e a cada música explorada, o mesmo movimento se manifestando com nuances diferentes e a inspiração começando a nascer da alma.

Fui descobrindo ao longo do tempo que dançar não é simplesmente retratar movimentos técnicos,
mas sim expressar mistérios profundos de nosso ser.

A verdadeira arte da dança do ventre consiste em redescobrir a cada momento a
história já impressa por inúmeras mulheres no espetáculo da vida.

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Dança das Deusas

Danço para mim mesma
Danço com minha'lma.
Danço para celebrar a vida
Que através de mim se espalha.

Exalto as Deusas
Movo a terra
Espalho vida, dança
Alegria, esperança.
Desperto o encanto
E fascínio a todo canto.
Provoco mistério
Te tiro do sério.

Porque a arte, a magia e o mistério
Escondem-se sob minha saia
Mostram-se na minha dança
Que traduz minha essência
Minha ânsia de vida e beleza.

Porque danço com as Deusas
Danço com as luas
Como as ondas dançam no mar
Como as nuvens que se exibem no ar.
Assim a dança me faz...
Faz exalar-me como as flores
Faz-me bela como os amores...

Carolina Salcides

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Dança Dançarina!

Dança Dançarina!
Dança mulher, dança a Deusa
Dançam as fadas e bruxas
Dançam todas tuas mulheres...
Solta tua cigana, solta tua criança.
E dança, dança!
Porque nasceste para dançar!
Dança a dança da vida, da euforia
A dança do amor e da alegria.

Dança Dançarina!
Não só com tuas saias
Dança com tua alma
E não só com as músicas,
Dança as melodias do dia
Dança ao som da vida.
Celebra teu destino
Pois ele é guiado pelos teus ritmos...

Então dançe dançarina!
Celebre, guie
Crie, comande.
Dance dance
Sua sagrada dança
E sempre encante!

Carolina Salcides

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Teu Ventre

Ventre, alicerce de teu corpo.
Foco total de tua dança.
Trabalhas com o quadril
E move todas energias que te circundam.

Teu ventre é o alto e o baixo.
Morte, vida renascimento.
É o pai e a mãe.
Centro do universo
Teu ventre é movimento.

Ventre sagrado.
Centro de tuas emoções...
Ventre do desafio
De tuas sensações em relação à vida.

Teu ventre é tua força mulher!
Descubra essa força.
Movimente-se
E descubra lugares antes adormecidos...

Pois a dança ativa tuas células
A dança te impulsiona
A conhecer lugares dentro de ti
Os mais sutis lugares...
Descubra-se mulher!

Carolina Salcides

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Ela é Mesmo Assim...

Ela caminha com os pés descalços
Ela dança com os pés descalços
Ela dança para seu próprio deleite
Ela é o passado, o futuro e o presente.

Ela é o todo em movimento
Ela é tudo todo momento
No seu balançar
No seu modo se amar.

Ela encanta ao dançar
Surpreende ao filosofar
Ela é arte por toda parte
Ela é a chuva e o fogo que arde.

Ela é mesmo assim
Um vento, um poder
uma mulher que dança
Uma mulher difícil de esquecer.

Carolina Salcides

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Bailarinas

Bailarinas tem pés apenas como disfarce
Bailarinas usam asas invisíveis
Para saltar de um coração ao outro no instante de um acorde
Bailarinas são anjos, são seres divinos que cantam com o corpo
Engana-se quem pensa que bailarina só está no palco
Bailarinas enquanto dançam percorrem nuvens
São artistas que pintam com a alma
Bailarinas são anjos

Carol Alzei

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Teu Olhar

"Teu olhar é um mistério,
Tua dança um segredo,
Tens a alma de uma sublime Deusa,
Tu danças e sonhas ao sabor do vento,
Tu danças os mistérios da vida!..."
Cathia Cantusio
(Poema parte integrante do livro: Dança do Ventre - A arte de ser mulher)

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Conexão Direta


"Dançar é a conexão direta com o universo e o Criador.
É trazer a divindade para a Terra através desta conexão
e pelos nossos movimentos corporais, expressivos e emocionais.
Sou eu, O universo e o público. Mais nada. O tempo pára".

Sarah Ramoz

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A Arte da Mulher

Ao soar dos batuques já me sinto leve
Que droga mais benévola que é esta
Não tenho o que reclamar
Admito que passei a ser mais feliz depois que começei a me movimentar

Nas batidas laterais solto meu ventre
Com as mãos ao ar, desejo voar
Um momento em silêncio e sozinha
Dançar para mim é uma alegria

Aonde não encontrei amor ou mesmo valor
Passei eu mesma a me dar
Bastão ao meu poder, como o véu a flutuar

Com tantos ritmos diferentes, nao consigo lembrar
Apenas seguindo meu coraçao é que eu consigo dançar
Consigo ser eu mesma e acreditar, a mulher ainda pode dominar

Depois que aprendi essa arte, minha vida mudou
É difícil se encontrar e se expressar
Mas nessa dança da mulher
Eu consegui me libertar

Samantha Bader



segunda-feira, 24 de agosto de 2015

2 Mascotes do Brasil: Flamengo e o marinheiro Popeye que virou Urubu

Pegamos carona com o Blog Paixão Nacional, do Esporte Interativo, para contar sobre a origem e os bastidores da mascote do Maior do Mundo, o guerreiro urubu que tomou o lugar do forte Popeye.

O Flamengo possui dois representantes: O marinheiro Popeye e o Urubu. O primeiro nasceu na década de 1940, inspirado nos quadrinhos da época. A pedido do “Jornal dos Sports”, o cartunista argentino Lorenzo Mollas deu vida à primeira mascote rubro-negra. Inspirado pela semelhança na origem da personagem com o clube, já que ambos “nasceram no mar” (O Popeye é um marinheiro e o Clube de Regatas do Flamengo, bom, é evidente) e ostentam a fama de reverter adversidades, o desenhista criou o Popeye rubro-negro, forte e persistente. Entretanto, apesar das explicações, a mascote não caiu nas graças da torcida. Não havia uma identidade entre personagem e equipe.

Mas a história estava para mudar. E essa mudança de cenário aconteceu graças aos rivais do Rubro-negro. Na década de 1960, os flamenguistas sofriam com as provocações das torcidas adversárias. Apesar de ser um clube originalmente criado em um ambiente da elite carioca, a nova agremiação logo se popularizou e passou a sofrer com o preconceito dos rivais. Como uma forma preconceituosa de ridicularizar a torcida popular, de massa, e em sua grande maioria composta por afrodescendentes e pessoas de baixa renda, os rubro-negros passaram a ser chamados de “urubus”. A alcunha incomodava.

Mas o ano de 1969 reservava algo diferente para o Flamengo. Às vésperas de um clássico contra o Botafogo, válido pelo segundo turno do Campeonato Carioca daquele ano, um grupo irreverente Urubu flamengo de quatro torcedores rubro-negros decidiu subverter a origem do apelido que lhes era dado. A partida estava marcada para o dia 1º de junho, um domingo. E perto da data do confronto, Luiz Octávio Vaz, Romilson Meirelles, Victor Ellery e Erick Soledade, fanáticos pelo clube da Gávea, decidiram que iriam levar um urubu para o Maracanã. O grupo de amigos se reuniu e se dirigiu à antiga Favela da Praia do Pinto (Removida no fim da década de 1960, em condições até hoje não esclarecidas, após um misterioso incêndio), que se localizava em frente ao Flamengo. Não encontraram urubus. Se dirigiram para o depósito de lixo do Caju, mas já era noite e os animais não estavam mais no local. Então, na manhã de sábado, 31 de maio, retornaram e escolheram o urubu que teria a honra de ser a nova mascote do clube e o levaram para a casa do professor.

No dia seguinte, os torcedores levaram o animal para o Maracanã. Mas como entrar com um urubu em um estádio? Fácil. Na época, os torcedores podiam entrar à vontade com bandeiras nas dependências da praça esportiva. O grupo de amigos então enrolou a ave em uma bandeira. A intenção era liberá-la quando a equipe rubro-negra subisse ao gramado.

No Maracanã, a atmosfera era a que um grande clássico exigia. Estádio cheio, com público próximo de 150 mil pessoas, e provocações de lado a lado. Nas arquibancadas do lado direito das cabines de transmissão, os torcedores do Botafogo entoavam o grito de urubu. No gramado, nada das equipes. Tim, técnico do Flamengo, não levava sua equipe a campo antes do rival, por superstição. Já o Alvinegro, também não dava o ar da graça. Eis que então um estrondo ecoa no lado rubro-negro das arquibancadas. Era um foguete estourando. Foi o estopim para o início da trajetória do urubu como nova mascote do Flamengo. A ave, ainda enrolada na bandeira, ficou assustado com o barulho e os torcedores resolveram então soltar o animal, com uma pequena flâmula rubro-negra amarrada em suas patas. O urubu alçou voo do lado flamenguista e rumou em direção ao alvinegro. De repente, a ave mudou sua rota e retornou ao rubro-negro e pousou no gramado. Foi o necessário para levar os torcedores ao êxtase, aos gritos de: “É urubu, é urubu”.

sábado, 8 de agosto de 2015

Ferj muda regulamento do Carioca

Os campeonatos estaduais tiveram muitas polêmicas em 2015. Um dos principais expoentes foi o Campeonato Carioca e a Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro (Ferj). Com a possibilidade de Flamengo e Fluminense disputarem outro torneio (Copa Sul-Minas) e esvaziarem ainda mais o torneio estadual, a entidade aumentou a premiação concedida aos clubes para tornar o campeonato mais atraente. O valor pago ao campeão sobe de R$ 3,5 milhões para R$ 4 milhões, e o do vice cresce de R$ 1 milhão para R$ 1,8 milhão.

O Carioca da próxima temporada também terá premiações, em dinheiro, inéditas. A equipe que possuir o melhor ataque, bem como melhor defesa e fair play, também irão receber R$ 50 mil cada. O time que levar mais torcida ao estádio também arrecadará o mesmo valor (R$ 50 mil).

Outra novidade da Ferj é para as partidas entre os clubes menores. A Federação irá disponibilizar um teto de R$ 15 mil para auxiliar os custos e sanar possíveis prejuízos. Portanto, se uma partida terminar negativada em até R$ 15 mil, a entidade cobrirá o valor. As taxas cobradas pela Ferj nesses duelos também foram abolidas.

Com exceção de Flamengo e Fluminense, rompidos com a Federação, todos os clubes da elite do futebol carioca aprovaram a nova fórmula, que conta com novo formato de disputa. Com 16 times mantidos, o torneio agora é dividido em dois grupos de oito equipes cada. Os quatro melhores de cada um formam um novo octogonal, que definirá os semifinalistas do estadual.

A Taça Guanabara fica com a melhor equipe nas primeiras sete rodadas, ou seja, na primeira fase da competição. A outra metade, que não forem os quatro melhores classificados de cada grupo, disputará um “torneio à parte”. Os dois com melhor pontuação disputarão a Taça Rio contra o 5º e o 6º colocados do grupo dos oito que estavam na disputa final. Os rebaixados serão os dois de pior desempenho deste campeonato alternativo.

terça-feira, 28 de julho de 2015

Após nova chance, lateral afirma: "Nunca perdi a confiança"

Barrado depois da derrota por 2 a 0 para o Atlético-MG, em pleno Maracanã, na oitava rodada da Série A do Brasileiro, o lateral-direito Pará retornou a campo pelo Flamengo na vitória por 2 a 0 sobre o Náutico, na Arena Pernambuco, porque o titular da posição Ayrton não pôde atuar pelo Rubro-Negro na Copa do Brasil, já que jogou pelo Palmeiras, na mesma competição. Entretanto, a grande oportunidade para o lateral-direito surgiu no último domingo (26), na vitória por 1 a 0 sobre o Goiás, no Serra Dourada. Após o primeiro tempo ruim de Ayrton, Pará foi a opção de Cristovão Borges para o setor no segundo tempo e ajudou a construir o placar vitorioso. Recuperando espaço no plantel, o jogador afirmou nunca ter perdido a confiança em seu futebol e declarou não concordar com o julgamento feito pela torcida, que o vaiava constantemente. “Na verdade eu nunca perdi a confiança. Sei que sou capaz de apresentar um futebol melhor do que eu vinha apresentando, mas não acho que estava mal. Infelizmente a fase do time não era das melhores. Mas nunca faltou empenho, vontade e confiança, não só de mim, mas de todo elenco. Graças a Deus as coisas melhoraram, mas podemos crescer ainda mais. E é pra isso que estamos trabalhando”. Sobre retomar a titularidade da lateral direita do Mengão, Pará prefere não opinar. Segundo o jogador, quem escala a equipe é o treinador. “Quem escala o time é o Cristovão. Eu sempre vou trabalhar pra jogar, para ser titular. Nenhum jogador fica satisfeito com a reserva, todo mundo quer jogar. Respeito a opção dele, mas continuo trabalhando forte, como sempre fiz. Se o Cristovão optar por mim, estou preparado e à disposição dele. O mais importante é que o time voltou a vencer e vem jogando bem”. Ainda sem definir quem ocupará a lateral direita da equipe, Cristovão Borges segue trabalhando com o Flamengo para o duelo deste domingo (2), diante do Santos, às 16h (de Brasília), no Maraca.

segunda-feira, 27 de julho de 2015

Novos Pecados Capitais

Em função das mudanças ocorridas na sociedade atual, o Vaticano criou, em março de 2008, um conjunto de novos pecados adaptados à era da globalização.

- Experimentos “moralmente dúbios” com células-tronco: a Igreja Católica defende a ideia de que a vida se forma no momento da formação do embrião. Portanto, condena qualquer tipo de pesquisa científica com embriões humanos e células-tronco embrionárias.

- Uso de drogas: as drogas causam dependência física e psicológica nos usuários e prejudicam o funcionamento harmonioso da família. É uma atitude contra a vida humana.

- Poluição do meio ambiente: a poluição do ar, água e solo trazem prejuízos sérios ao meio ambiente e a saúde das pessoas.

- Agravamento da injustiça social: o capitalismo criou, em muitos países, uma má distribuição de renda, deixando à margem da sociedade grande parcela da população (os excluídos sociais).

- Riqueza excessiva: o capitalismo favoreceu a concentração de renda, muitas vezes, de forma excessiva. Algumas pessoas concentram bilhões de dólares, enquanto outros, não têm se quer o que comer.

- Geração de pobreza: a pobreza e a miséria estão espalhadas pelo mundo. Cometem este pecado àqueles que contribuem para a geração destas condições sociais.

- Violações bioéticas como, por exemplo, controle de natalidade: é considerada violação bioética toda atitude que pretende evitar a geração de vida de forma natural (uso de contraceptivos, cirurgias, aborto, inseminação artificial).

domingo, 26 de julho de 2015

Flamengo não joga bem mas vence

Fla não joga bem, mas vence o Goiás Isso aqui é Flamengo! Na tarde deste domingo (26), o Maior do Mundo foi até Goiânia para encarar e vencer o Goiás por 1 a 0. O gol solitário foi marcado por Cirino, após bela triangulação envolvendo o camisa 7, Alan Patrick e Guerrero. A vitória dá tranquilidade ao time, que subiu para a 11ª posição no Brasileiro, com 19 pontos. O jogo O Fla começou tomando a iniciativa da peleja. Partindo para o ataque, o time dominou os dez minutos iniciais, mas a melhor chance foi um chute de longa distância de Guerrero, que passou à esquerda da meta de Renan, aos 9. Com 10 minutos, o Goiás chegou pela primeira vez, e assustou. Bruno Henrique fez boa jogada pela direita e passou para Rodrigo, que finalizou para fora. A partir de então, só deu Goiás. Aos 33, 35 e 38, o time da casa criou excelentes oportunidades de marcar, e só não balançou as redes porque o goleiro César estava inspirado, realizando milagres. O Mais Querido só conseguiu respirar no finzinho do primeiro tempo, quando diminuiu o gás do adversário. Apesar dos pesares, o Fla segurou a pressão e levou o 0 a 0 para o intervalo. Cristovão promoveu duas mudanças para a etapa complementar: Pará e Alan Patrick entraram nos lugares de Ayrton e Canteros. Contudo, a primeira chance foi do Goiás. Patrick fez boa jogada pela direita e passou para Bruno Henrique, que estufou as redes do Fla. Entretanto, o lance foi invalidado, pois o juiz marcou saída de bola na linha de fundo. Aos 16, o Mais Querido chegou com perigo. Cirino fez ótima jogada e passou bem para Everton na esquerda. O motorzinho avançou, viu bem a chegada de Alan Patrick e passou para o meia. Entretanto, na hora de finalizar, a defesa esmeraldina cortou e salvou o que seria o primeiro do Fla. Quando o relógio marcava 26 minutos, veio a redenção. Alan Patrick achou Guerrero que, de primeira, deu belo passe para Cirino. Também de primeira, o camisa 7 deu um tapa de lado de pé no canto, sem chances para o goleiro Renan. Belo gol do Mengão! O Goiás tentou buscar o empate, mas o placar não foi mais mexido. Boa vitória, Mengão! O time não jogou bem, mas soube matar o jogo e voltou para casa com os três pontos na bagagem. Agora, é trabalhar e focar no Santos, próximo adversário pelo Brasileiro. A peleja está marcada para domingo (2), às 16h (de Brasília), no Maraca.

Sete Pecados Capitais

Sete Pecados Capitais

Os sete pecados capitais são atitudes humanas contrárias às leis divinas. Foram definidos pela Igreja Católica, no final do século VI, durante o papado de Gregório Magno.

São eles:


1. Luxúria: apego e valorização extrema aos prazeres carnais, à sensualidade e sexualidade; desrespeito aos costumes; lascívia.

2. Gula: comer somente por prazer, em quantidade superior àquela necessária para o corpo humano.

3. Avareza: apego ao dinheiro de forma exagerada, desejo de adquirir bens materiais e de acumular riquezas.

4. Ira: raiva contra alguém, vontade de vingança.

5. Soberba: manifestação de orgulho e arrogância.

6. Vaidade: preocupação excessiva com o aspecto físico para conquistar a admiração dos outros.

7. Preguiça: negligência ou falta de vontade para o trabalho ou atividades importantes.

Quem nunca cometeu, ou comete algum desses pecados que atire a primeira pedra.

sábado, 25 de julho de 2015

Novo camisa 10 faz seu primeiro treinamento

Reforço faz seu primeiro treino pelo Flamengo, mas estreia não é confirmada; zagueiro será desfalque contra o Goiás O sonho do torcedor do Flamengo em rever a camisa 10 em campo está mais perto de ser concretizado. O meia Ederson, que desembarcou na Gávea na última sexta-feira (24) e foi apresentado como novo reforço do Maior do Mundo, já foi novidade no treino da equipe neste sábado (25), no CT Ninho do Urubu. Entretanto, apesar de ter participado das atividades, Ederson não irá atuar pelo Mengãoo no duelo contra o Goiás. Mas a partida poderá marcar a estreia de outro reforço rubro-negro. Com Wallace confirmado como desfalque por conta de uma lombalgia, o zagueiro César Martins pode participar de seu primeiro jogo com a camisa rubro-negra. Além de Wallace, ficaram fora da relação de jogadores que viajarão a Goiânia o lateral-esquerdo Pablo Armero, com um estiramento na coxa direita, e o atacante Emerson Sheik, suspenso pelo terceiro cartão amarelo. Quanto a Ederson, o meia ainda não teve sua estreia confirmada. Após o treino deste sábado, o camisa 10 rubro-negro foi liberado para retornar à Itália e acertar sua mudança para o Rio de Janeiro. O jogador chega à Gávea em definitivo na próxima quinta-feira (30). VAI BRILHAR NO MAIS QUERIDO!

domingo, 11 de janeiro de 2015

Por que peidamos e por quê o peido fede?

Expelir os gases é uma necessidade fisiológica dos seres vivos, se não peidarmos ou arrotarmos , podemos ter diversos problemas de saúde como peritonite. O sufixo ITE, significa inflamação, logo PERITONITE é uma inflamação no peritonio, que é uma membrana que reveste toda a sua parede abdominal, protege suas vísceras, ou orgãos do meio exterior.
Na antiga roma existiam até deuses para o peido, Perfidus e o Flatus, daí surgiu o nome cientifico para o ato de peidar. Hoje em dia, julgam ser uma falta de educação, mas é uma natural manifestação orgânica.


O que é o peido?

O peido é um ar ou um gás intestinal. Se formam a partir dos gases que ingerimos durante a mastigação e deglutição dos alimentos, junto com a saliva. Se você for uma pessoa que come muito rápido, ou fala enquanto come, você provavelmente vai peidar muito.
Eles também são formados como resultado da fermentação de restos alimentares no interior dos intestinos. Alguns alimentos que ingerimos também podem aumentar a produção desses gases, como feijão, ovos, ervilha, cebola e alguns legumes.
Algumas bebidas também podem aumentar a produção de gases, como cerveja, refrigerante, aguá com gás etc. Essas bebidas quando entram em contato com o suco gástrico do estomago aumentam a produção de CO2 (Dióxido de Carbono) e necessitam ser eliminados de alguma maneira, pois o CO2, quando em excesso, é extremamente prejudicial ao nosso organismo. Podem ser eliminados de forma barulhenta ou não, e é expelido pelo ânus.
Algumas profissões que necessitam muito o uso da fala como professor, locutor, são propícios a serem grandes peidões pelo fato de engolirem muito ar durante a fala.

Por que o peido fede?

Fede por que pequenas quantidades de sulfeto de hidrogênio (gás sulfídrico), enxofre e mercaptanos se acumulam no intestino e saem quando são expelidos.
Quanto mais enxofre conter a sua dieta, mais fedidos serão seus peidos. Veja lista de alimentos que contem enxofre:
Agrião, Alho, Abacate, Avelã, Ameixas, Abobrinha,Brócolis, Bebidas Gasosas, Batata Doce, Cebola, Couve Flor, Couve, Ervilha, Feijões (todos), Goiaba, Jaca, Lentilha, Melão, Melancia, Milho Verde, Nabo, Pepino, Queijos Gordos, Rabanete, Pimentão, Repolho, Laranja,Mel, Uva.

Quantas vezes peidamos por dia?

Se você for um ser humano normal e saudável, seu corpo irá produzir aproximadamente 3 litros de gases intestinais por dia, isso dá uma média de 17 peidos por dia, e o resto dos gases saem durante o ritual de cagar.

Dicas para não peidar fedido

1- Evite tomar leite, sim o leite mesmo aparentando ser inofensivo, na verdade é um verdadeiro potencializador para ao odor de rosas chinesas.
2- Evite também os ovos, sejam eles de galinha, pata, codorna, dinossauro.
3- Evite repolho, sim isso junto do suco gástrico é sinônimo de uma bomba química.
4- Evite o fumo, pois além de literalmente foder seu pulmão, te faz soltar muito pum.

Fonte: Internet
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sexta-feira, 24 de outubro de 2014

As 18 Razões CONTRA a Redução da Maioridade Penal

1°. Porque já responsabilizamos adolescentes em ato infracional

A partir dos 12 anos, qualquer adolescente é responsabilizado pelo ato cometido contra a lei. Essa responsabilização, executada por meio de medidas socioeducativas previstas no ECA, têm o objetivo de ajudá-lo a recomeçar e a prepará-lo para uma vida adulta de acordo com o socialmente estabelecido. É parte do seu processo de aprendizagem que ele não volte a repetir o ato infracional.

Por isso, não devemos confundir impunidade com imputabilidade. A imputabilidade, segundo o Código Penal, é a capacidade da pessoa entender que o fato é ilícito e agir de acordo com esse entendimento, fundamentando em sua maturidade psíquica.



2°. Porque a lei já existe. Resta ser cumprida!

O ECA prevê seis medidas educativas: advertência, obrigação de reparar o dano, prestação de serviços à comunidade, liberdade assistida, semiliberdade e internação. Recomenda que a medida seja aplicada de acordo com a capacidade de cumpri-la, as circunstâncias do fato e a gravidade da infração.

Muitos adolescentes, que são privados de sua liberdade, não ficam em instituições preparadas para sua reeducação, reproduzindo o ambiente de uma prisão comum. E mais: o adolescente pode ficar até 9 anos em medidas socioeducativas, sendo três anos interno, três em semiliberdade e três em liberdade assistida, com o Estado acompanhando e ajudando a se reinserir na sociedade.

Não adianta só endurecer as leis se o próprio Estado não as cumpre!



3°. Porque o índice de reincidência nas prisões é de 70%

Não há dados que comprovem que o rebaixamento da idade penal reduz os índices de criminalidade juvenil. Ao contrário, o ingresso antecipado no falido sistema penal brasileiro expõe as(os) adolescentes a mecanismos/comportamentos reprodutores da violência, como o aumento das chances de reincidência, uma vez que as taxas nas penitenciárias são de 70% enquanto no sistema socioeducativo estão abaixo de 20%.

A violência não será solucionada com a culpabilização e punição, mas pela ação da sociedade e governos nas instâncias psíquicas, sociais, políticas e econômicas que as reproduzem. Agir punindo e sem se preocupar em discutir quais os reais motivos que reproduzem e mantém a violência, só gera mais violência.



4°. Porque o sistema prisional brasileiro não suporta mais pessoas.

O Brasil tem a 4° maior população carcerária do mundo e um sistema prisional superlotado com 500 mil presos. Só fica atrás em número de presos para os Estados Unidos (2,2 milhões), China (1,6 milhões) e Rússia (740 mil).

O sistema penitenciário brasileiro NÃO tem cumprido sua função social de controle, reinserção e reeducação dos agentes da violência. Ao contrário, tem demonstrado ser uma “escola do crime”.

Portanto, nenhum tipo de experiência na cadeia pode contribuir com o processo de reeducação e reintegração dos jovens na sociedade.



5°. Porque reduzir a maioridade penal não reduz a violência.

Muitos estudos no campo da criminologia e das ciências sociais têm demonstrado que NÃO HÁ RELAÇÃO direta de causalidade entre a adoção de soluções punitivas e repressivas e a diminuição dos índices de violência.

No sentido contrário, no entanto, se observa que são as políticas e ações de natureza social que desempenham um papel importante na redução das taxas de criminalidade.

Dados do Unicef revelam a experiência mal sucedida dos EUA. O país, que assinou a Convenção Internacional sobre os Direitos da Criança, aplicou em seus adolescentes, penas previstas para os adultos. Os jovens que cumpriram pena em penitenciárias voltaram a delinquir e de forma mais violenta. O resultado concreto para a sociedade foi o agravamento da violência.



6°. Porque fixar a maioridade penal em 18 anos é tendência mundial

Diferentemente do que alguns jornais, revistas ou veículos de comunicação em geral têm divulgado, a idade de responsabilidade penal no Brasil não se encontra em desequilíbrio se comparada à maioria dos países do mundo.

De uma lista de 54 países analisados, a maioria deles adota a idade de responsabilidade penal absoluta aos 18 anos de idade, como é o caso brasileiro.

Essa fixação majoritária decorre das recomendações internacionais que sugerem a existência de um sistema de justiça especializado para julgar, processar e responsabilizar autores de delitos abaixo dos 18 anos.



7°. Porque a fase de transição justifica o tratamento diferenciado.

A Doutrina da Proteção Integral é o que caracteriza o tratamento jurídico dispensado pelo Direito Brasileiro às crianças e adolescentes, cujos fundamentos encontram-se no próprio texto constitucional, em documentos e tratados internacionais e no Estatuto da Criança e do Adolescente.

Tal doutrina exige que os direitos humanos de crianças e adolescentes sejam respeitados e garantidos de forma integral e integrada, mediando e operacionalização de políticas de natureza universal, protetiva e socioeducativa.

A definição do adolescente como a pessoa entre 12 e 18 anos incompletos implica a incidência de um sistema de justiça especializado para responder a infrações penais quando o autor trata-se de um adolescente.

A imposição de medidas socioeducativas e não das penas criminais relaciona-se justamente com a finalidade pedagógica que o sistema deve alcançar, e decorre do reconhecimento da condição peculiar de desenvolvimento na qual se encontra o adolescente.



8°. Porque as leis não podem se pautar na exceção.

Até junho de 2011, o Cadastro Nacional de Adolescentes em Conflito com a Lei (CNACL), do Conselho Nacional de Justiça, registrou ocorrências de mais de 90 mil adolescentes. Desses, cerca de 30 mil cumprem medidas socioeducativas. O número, embora seja considerável, corresponde a 0,5% da população jovem do Brasil, que conta com 21 milhões de meninos e meninas entre 12 e 18 anos.

Sabemos que os jovens infratores são a minoria, no entanto, é pensando neles que surgem as propostas de redução da idade penal. Cabe lembrar que a exceção nunca pode pautar a definição da política criminal e muito menos a adoção de leis, que devem ser universais e valer para todos.

As causas da violência e da desigualdade social não se resolverão com a adoção de leis penais severas. O processo exige que sejam tomadas medidas capazes de romper com a banalização da violência e seu ciclo. Ações no campo da educação, por exemplo, demonstram-se positivas na diminuição da vulnerabilidade de centenas de adolescentes ao crime e à violência.



9°. Porque reduzir a maioridade penal é tratar o efeito, não a causa!

A constituição brasileira assegura nos artigos 5º e 6º direitos fundamentais como educação, saúde, moradia, etc. Com muitos desses direitos negados, a probabilidade do envolvimento com o crime aumenta, sobretudo entre os jovens.

O adolescente marginalizado não surge ao acaso. Ele é fruto de um estado de injustiça social que gera e agrava a pobreza em que sobrevive grande parte da população.

A marginalidade torna-se uma prática moldada pelas condições sociais e históricas em que os homens vivem. O adolescente em conflito com a lei é considerado um ‘sintoma’ social, utilizado como uma forma de eximir a responsabilidade que a sociedade tem nessa construção.

Reduzir a maioridade é transferir o problema. Para o Estado é mais fácil prender do que educar.



10°. Porque educar é melhor e mais eficiente do que punir.

A educação é fundamental para qualquer indivíduo se tornar um cidadão, mas é realidade que no Brasil muitos jovens pobres são excluídos deste processo. Puni-los com o encarceramento é tirar a chance de se tornarem cidadãos conscientes de direitos e deveres, é assumir a própria incompetência do Estado em lhes assegurar esse direito básico que é a educação.

As causas da violência e da desigualdade social não se resolverão com adoção de leis penais mais severas. O processo exige que sejam tomadas medidas capazes de romper com a banalização da violência e seu ciclo. Ações no campo da educação, por exemplo, demonstram-se positivas na diminuição da vulnerabilidade de centenas de adolescentes ao crime e à violência.

Precisamos valorizar o jovem, considerá-los como parceiros na caminhada para a construção de uma sociedade melhor. E não como os vilões que estão colocando toda uma nação em risco.



11°. Porque reduzir a maioridade penal isenta o estado do compromisso com a juventude

O Brasil não aplicou as políticas necessárias para garantir às crianças, aos adolescentes e jovens o pleno exercício de seus direitos e isso ajudou em muito a aumentar os índices de criminalidade da juventude.

O que estamos vendo é uma mudança de um tipo de Estado que deveria garantir direitos para um tipo de Estado Penal que administra a panela de pressão de uma sociedade tão desigual. Deve-se mencionar ainda a ineficiência do Estado para emplacar programas de prevenção da criminalidade e de assistência social eficazes, junto às comunidades mais pobres, além da deficiência generalizada em nosso sistema educacional.



12°. Porque os adolescentes são as maiores vitimas, e não os principais autores da violência

Até junho de 2011, cerca de 90 mil adolescentes cometeram atos infracionais. Destes, cerca de 30 mil cumprem medidas socioeducativas. O número, embora considerável, corresponde a 0,5% da população jovem do Brasil que conta com 21 milhões de meninos e meninas entre 12 e 18 anos.

Os homicídios de crianças e adolescentes brasileiros cresceram vertiginosamente nas últimas décadas: 346% entre 1980 e 2010. De 1981 a 2010, mais de 176 mil foram mortos e só em 2010, o número foi de 8.686 crianças e adolescentes assassinadas, ou seja, 24 POR DIA!

A Organização Mundial de Saúde diz que o Brasil ocupa a 4° posição entre 92 países do mundo analisados em pesquisa. Aqui são 13 homicídios para cada 100 mil crianças e adolescentes; de 50 a 150 vezes maior que países como Inglaterra, Portugal, Espanha, Irlanda, Itália, Egito cujas taxas mal chegam a 0,2 homicídios para a mesma quantidade de crianças e adolescentes.



13°. Porque, na prática, a pec 33/2012 é inviável!!

A Proposta de Emenda Constitucional quer alterar os artigos 129 e 228 da Constituição Federal, acrescentando um paragrafo que prevê a possibilidade de desconsiderar da inimputabilidade penal de maiores de 16 anos e menores de 18 anos.

E o que isso quer dizer? Que continuarão sendo julgados nas varas Especializadas Criminais da Infância e Juventude, mas se o Ministério Publico quiser poderá pedir para ‘desconsiderar inimputabilidade’, o juiz decidirá se o adolescente tem capacidade para responder por seus delitos. Seriam necessários laudos psicológicos e perícia psiquiátrica diante das infrações: crimes hediondos, tráfico de drogas, tortura e terrorismo ou reincidência na pratica de lesão corporal grave e roubo qualificado. Os laudos atrasariam os processos e congestionariam a rede pública de saúde.

A PEC apenas delega ao juiz a responsabilidade de dizer se o adolescente deve ou não ser punido como um adulto.

No Brasil, o gargalo da impunidade está na ineficiência da polícia investigativa e na lentidão dos julgamentos. Ao contrário do senso comum, muito divulgado pela mídia, aumentar as penas e para um número cada vez mais abrangente de pessoas não ajuda em nada a diminuir a criminalidade, pois, muitas vezes, elas não chegam a ser aplicadas.



14°. Porque reduzir a maioridade penal não afasta crianças e adolescentes do crime

Se reduzida a idade penal, estes serão recrutados cada vez mais cedo.

O problema da marginalidade é causado por uma série de fatores. Vivemos em um país onde há má gestão de programas sociais/educacionais, escassez das ações de planejamento familiar, pouca oferta de lazer nas periferias, lentidão de urbanização de favelas, pouco policiamento comunitário, e assim por diante.

A redução da maioridade penal não visa a resolver o problema da violência. Apenas fingir que há “justiça”. Um autoengano coletivo quando, na verdade, é apenas uma forma de massacrar quem já é massacrado.

Medidas como essa têm caráter de vingança, não de solução dos graves problemas do Brasil que são de fundo econômico, social, político. O debate sobre o aumento das punições a criminosos juvenis envolve um grave problema: a lei do menor esforço. Esta seduz políticos prontos para oferecer soluções fáceis e rápidas diante do clamor popular.

Nesse momento, diante de um crime odioso, é mais fácil mandar quebrar o termômetro do que falar em enfrentar com seriedade a infecção que gera a febre.



15°. Porque afronta leis brasileiras e acordos internacionais

Vai contra a Constituição Federal Brasileira que reconhece prioridade e proteção especial a crianças e adolescentes. A redução é inconstitucional.

Vai contra o Sistema Nacional de Atendimento Socioeducativo (SINASE) de princípios administrativos, políticos e pedagógicos que orientam os programas de medidas socioeducativas.

Vai contra a Doutrina da Proteção Integral do Direito Brasileiro que exige que os direitos humanos de crianças e adolescentes sejam respeitados e garantidos de forma integral e integrada às políticas de natureza universal, protetiva e socioeducativa.

Vai contra parâmetros internacionais de leis especiais para os casos que envolvem pessoas abaixo dos dezoito anos autoras de infrações penais.

Vai contra a Convenção sobre os Direitos da Criança e do Adolescente da Organização das Nações Unidas (ONU) e a Declaração Internacional dos Direitos da Criança compromissos assinados pelo Brasil.



16°. Porque poder votar não tem a ver com ser preso com adultos

O voto aos 16 anos é opcional e não obrigatório, direito adquirido pela juventude. O voto não é para a vida toda, e caso o adolescente se arrependa ou se decepcione com sua escolha, ele pode corrigir seu voto nas eleições seguintes. Ele pode votar aos 16, mas não pode ser votado.

Nesta idade ele tem maturidade sim para votar, compreender e responsabilizar-se por um ato infracional.

Em nosso país qualquer adolescente, a partir dos 12 anos, pode ser responsabilizado pelo cometimento de um ato contra a lei.

O tratamento é diferenciado não porque o adolescente não sabe o que está fazendo. Mas pela sua condição especial de pessoa em desenvolvimento e, neste sentido, o objetivo da medida socioeducativa não é fazê-lo sofrer pelos erros que cometeu, e sim prepará-lo para uma vida adulta e ajuda-lo a recomeçar.



17°. Porque o brasil está dentro dos padrões internacionais.

São minoria os países que definem o adulto como pessoa menor de 18 anos. Das 57 legislações analisadas pela ONU, 17% adotam idade menor do que 18 anos como critério para a definição legal de adulto.

Alemanha e Espanha elevaram recentemente para 18 a idade penal e a primeira criou ainda um sistema especial para julgar os jovens na faixa de 18 a 21 anos.

Tomando 55 países de pesquisa da ONU, na média os jovens representam 11,6% do total de infratores, enquanto no Brasil está em torno de 10%. Portanto, o país está dentro dos padrões internacionais e abaixo mesmo do que se deveria esperar. No Japão, eles representam 42,6% e ainda assim a idade penal no país é de 20 anos.

Se o Brasil chama a atenção por algum motivo é pela enorme proporção de jovens vítimas de crimes e não pela de infratores.



18°. Porque importantes órgãos têm apontado que não é uma boa solução.

O UNICEF expressa sua posição contrária à redução da idade penal, assim como à qualquer alteração desta natureza. Acredita que ela representa um enorme retrocesso no atual estágio de defesa, promoção e garantia dos direitos da criança e do adolescente no Brasil. A Organização dos Estados Americanos (OEA) comprovou que há mais jovens vítimas da criminalidade do que agentes dela.

O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (CONANDA) defende o debate ampliado para que o Brasil não conduza mudanças em sua legislação sob o impacto dos acontecimentos e das emoções. O CRP (Conselho Regional de Psicologia) lança a campanha Dez Razões da Psicologia contra a Redução da idade penal CNBB, OAB, Fundação Abrinq lamentam publicamente a redução da maioridade penal no país.

Mais de 50 entidades brasileiras aderem ao Movimento 18 Razões para a Não redução da maioridade penal.

FONTE: Blog 18 razões