Quem se ajoelha diante do Orixá, permanecerá muito mais tempo de pé. Blogger dedicado à divulgação das religiões de matriz africana.
quinta-feira, 10 de março de 2022
Use sal para limpar a casa, eliminar umidade
segunda-feira, 7 de março de 2022
O verdadeiro significado do emoji de olhos fechados com lágrima no app WhatsApp
Confira o uso correto no app.
domingo, 6 de março de 2022
Os 7 aparelhos domésticos que gastam mais energia e aumentam a conta de luz
Com a criação da nova bandeira tarifária, é preciso maior atenção ao consumo dos eletrodomésticos
CHUVEIRO ELÉTRICO
TELEVISÃO
FERRO ELÉTRICO
AR CONDICIONADO
GELADEIRA E REFRIGERADOR
ILUMINAÇÃO
Como economizar energia
STAND-BY
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Horário de pico
Energia solar
sábado, 5 de março de 2022
O que ocorre no cérebro quando morremos? Cientistas já têm uma resposta
Imagine reviver toda a sua vida no espaço de segundos. Como um relâmpago, você está fora do seu corpo, assistindo a momentos memoráveis que viveu. Esse processo, conhecido como “recordação da vida”, pode ser semelhante ao que é ter uma experiência de quase morte.
O que acontece dentro do seu cérebro durante essas experiências e após a morte são questões que intrigam os neurocientistas há séculos. No entanto, um novo estudo publicado na revista Frontiers in Aging Neuroscience sugere que seu cérebro pode permanecer ativo e coordenado durante e após a transição para a morte, e pode até ser programado para orquestrar toda a experiência.
Quando um paciente de 87 anos desenvolveu epilepsia, o dr. Raul Vicente, da Universidade de Tartu (Estônia), e colegas usaram eletroencefalografia contínua (EEG) para detectar as convulsões e tratá-lo. Durante essas gravações, o paciente teve um ataque cardíaco e faleceu. Esse evento inesperado permitiu que os cientistas registrassem a atividade de um cérebro humano moribundo pela primeira vez.
Compreensão desafiada
“Medimos 900 segundos de atividade cerebral na hora da morte e estabelecemos um foco específico para investigar o que aconteceu nos 30 segundos antes e depois que o coração parou de bater”, disse Ajmal Zemmar, neurocirurgião da Universidade de Louisville (EUA), que organizou o estudo.
“Pouco antes e depois que o coração parou de funcionar, vimos mudanças em uma faixa específica de oscilações neurais, as chamadas oscilações gama, mas também em outras como oscilações delta, teta, alfa e beta.”
As oscilações cerebrais (mais comumente conhecidas como “ondas cerebrais”) são padrões de atividade cerebral rítmica normalmente presentes em cérebros humanos vivos. Os diferentes tipos de oscilações, incluindo gama, estão envolvidos em funções altamente cognitivas, como concentração, sonho, meditação, recuperação de memória, processamento de informações e percepção consciente, assim como aquelas associadas a flashbacks de memória.
“Através da geração de oscilações envolvidas na recuperação da memória, o cérebro pode estar reproduzindo uma última lembrança de eventos importantes da vida pouco antes de morrermos, semelhantes aos relatados em experiências de quase morte”, especulou Zemmar. “Essas descobertas desafiam nossa compreensão de quando exatamente a vida termina e geram importantes questões subsequentes, como aquelas relacionadas ao momento da doação de órgãos”.
Fonte de esperança
Embora este estudo seja o primeiro desse tipo a medir a atividade cerebral viva durante o processo de morte em humanos, mudanças semelhantes nas oscilações gama foram observadas anteriormente em ratos mantidos em ambientes controlados. Isso significa que é possível que, durante a morte, o cérebro organize e execute uma resposta biológica que poderia ser conservada entre as espécies.
Essas medidas são, no entanto, baseadas em um único caso e provêm do cérebro de um paciente que sofreu lesão, convulsões e inchaço, o que dificulta a interpretação dos dados. No entanto, Zemmar planeja investigar mais casos e vê esses resultados como uma fonte de esperança.
“Como neurocirurgião, às vezes lido com a perda. É indescritivelmente difícil dar a notícia da morte a familiares perturbados”, disse ele.
“Algo que podemos aprender com esta pesquisa é: embora nossos entes queridos tenham os olhos fechados e estejam prontos para nos deixar descansar, seus cérebros podem estar revivendo alguns dos melhores momentos que vivenciaram em suas vidas.”
Revista Planeta
quinta-feira, 3 de março de 2022
4 curiosidades sobre como era viajar de avião na década de 1970
Foto: Internet
Tem quem ame ou odeie viajar de avião devido a todo o estresse que pode ser gerado, desde a compra das passagens até o momento de pegar sua bagagem na esteira. Afinal de contas, você pode estar sujeito a ter o voo atrasado ou cancelado; as malas extraviadas; passar horas em escalas; ter inúmeros problemas com sua passagem; ter que lidar com um assento ruim ou com pessoas sendo inconvenientes durante todo o trajeto.
As possibilidades são gigantescas, bem como o nível de chateação. Por outro lado, viajar de avião proporciona o conforto da rapidez, segurança e acessibilidade em vários aspectos, apesar de tudo. Há 107 isso é possível graças aos progressos da aviação comercial, que não foram poucos, tanto em questões estruturais quanto organizacionais.
Entre o final da década de 1960 e início de 1970, voar era menos seguro e repleto de prós e contras.
1. A comida a bordo
2. A segurança no embarque
3. Os preços para viajar
4. Os fumantes a bordo
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022
O que rato não gosta? Conheça 3 opções para afastar de vez da sua casa
Saiba como manter os roedores longe sem preocupação!
Cheiro de amônia
Hortelã-pimenta
Cravo-da-índia
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2022
Aplicativo de digitalização: 5 opções para escanear documentos no celular
Apps de scanner para celular apresentam as ferramentas recorte, ajuste de cores, identificação automática de documentos e conversão de fotos para os formatos PDF e TXT
Aplicativos de digitalização para Android e iPhone (iOS) permitem escanear documentos no celular. As opções podem converter fotos em PDF e são ideais para quem precisa levar um documento físico (RG, CNH, certidão de casamento, entre outros) para o meio digital de forma simples. Os apps ainda possuem recursos que prometem melhorar qualidade da imagem, como ferramentas de recorte, enquadramento e correção de luz.
O CamScanner, por exemplo, apresenta linhas na tela para ajudar o usuário a posicionar o documento físico de forma correta. Já os documentos digitalizados pelo Google Drive parecem que foram escaneados por um scanner de mesa. A seguir, conheça cinco aplicativos para digitalizar documentos e veja as vantagens de cada um.
Google Drive
Além de ser um serviço de armazenamento e sincronização de arquivos, o Google Drive permite digitalizar documentos de forma simples. Para acessar o recurso, basta tocar no ícone de "+". Depois, vá em "Digitalizar". Com a ferramenta de digitalização aberta, aponte a câmera do seu celular para o documento e faça a captura. O app permite cortar partes do arquivo, ajustar as cores e virar a página em diferentes ângulos.
Entre os pontos fortes do aplicativo está a facilidade para digitalizar documentos. Além disso, como muitos smartphones já vêm com o Google Drive baixado no celular, usuários podem digitalizar seus documentos sem baixar apps adicionais. Outro diferencial é a qualidade dos arquivos: os documentos digitalizados usando o Google Drive parecem que foram escaneados com um scanner de mesa, perdendo o aspecto de foto.
Microsoft Office
CamScanner
Adobe Scan
Genius Scan
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2022
Raças de cães potencialmente perigosas para ter cuidado; se liga na lista
Algumas raças possuem instintos perigosos, tenha cuidado...
O que define um cachorro potencialmente perigoso?
- Ter mordido, atacado ou ferido uma pessoa;
- Tenha ferido gravemente ou morto outro animal fora da propriedade do tutor;
- Ter sido declarado como tal pelo seu detentor;
- Tenha sido considerado como tal pela entidade competente devido ao seu comportamento agressivo.
Raças de cães perigosas
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2022
Hibristofilia: o que explica atração sexual por quem comete crimes
Em 1998, Francisco de Assis Pereira ficou conhecido como o "Maníaco do Parque", após ter matado sete mulheres e atentado contra a vida de outras nove no Parque do Estado, em São Paulo (SP). O assassino em série foi condenado a mais de 280 anos de prisão por crimes de estupro, estelionato, atentado violento ao pudor e homicídio. Um mês após ser preso, o serial killer brasileiro já havia recebido cerca de mil cartas de mulheres interessadas em conhecê-lo e outras se declarando apaixonadas por ele.
O termo hibristofilia é a melhor definição para a expressão "amor bandido", pois se refere à atração por pessoas que cometeram uma atrocidade ou um crime violento, como estupro, assalto ou assassinato. Trata-se de uma parafilia, conforme explica o médico psiquiatra Líbano Monteiro, coordenador de psiquiatria da Rede D'Or São Luiz, no ABC paulista: "Seria qualquer interesse sexual intenso e persistente que não aquele voltado para a estimulação genital ou para carícias preliminares com parceiros humanos que consentem e apresentam fenótipo normal e maturidade física".
Monteiro informa que parafilias como essa não são, a princípio, consideradas transtornos mentais. Como não é necessariamente um transtorno, o estudo sobre questões epidemiológicas dessa condição é limitado, não havendo um padrão ou algo concreto.
Por que essa atração acontece?
A primeira pessoa a abordar o assunto, ainda na década de 1950, foi o psicólogo e sexólogo neozelandês John Money. Foi ele que identificou que a hibristofilia afeta em maior proporção as mulheres heterossexuais. No entanto, não existe ainda uma única explicação para isso, mas sabe-se que aspectos biológicos, psicológicos e sociais interagem de forma complexa.
Autor do livro "Loucas de Amor: Mulheres que Amam Serial Killers e Criminosos Sexuais", Gilmar Rodrigues abordou histórias reais de mulheres que amam, namoram e até se casam com eles, "quanto mais violento o sujeito, mais oposta é a visão fantasiosa que elas têm", comenta o jornalista, que percebeu que as relações não costumam ser duradouras, principalmente após o criminoso deixar a prisão.
Para José Olinda Braga, professor do Departamento de Psicologia da UFC (Universidade Federal do Ceará), a pessoa que sente atração está impulsionada por "fantasmas" mal resolvidos do seu universo psíquico. "Muitas vezes são pessoas que passaram quando criança/adolescente por situações de violência doméstica ou sexual, abuso psíquico etc., e não conseguiram, de certa forma, resolver isso nas relações sociais", aponta.
Existe um perfil? Embora o perfil predominante seja de mulheres com antecedente de abusos e sofrimentos na infância, tais situações não são determinantes para a hibristofilia. "É um complexo multifatorial que depende da constituição psicológica, cultural e social da pessoa e do meio onde está inserida", afirma Monteiro. Isso quer dizer que apresentar essa preferência não significa ter alguma patologia ou que a pessoa também tenha necessariamente propensão para a violência e para cometer crimes.
Apesar de não haver um padrão central, no passado acreditava-se que isso poderia ocorrer em mulheres que sofriam de baixa autoestima. Contudo, foram observados casos de mulheres independentes e bem sucedidas profissionalmente que manifestavam esse distúrbio, logo, as razões podem ser diversas.
Quanto ao fato de essa parafilia ser mais comum em mulheres, a explicação é simples: o número de homens que praticam crimes violentos é muito maior em comparação ao gênero oposto. Mas isso não quer dizer que não existam casos de hibristofilia em homens também.
Tratamento: volta ao passado
No Brasil e exterior, assassinos famosos e suas admiradoras
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022
Por que a garrafa de óleo tem 900 ml e não 1 litro? Entenda
Motivo se dá por conta de logística industrial, mas gera curiosidade e até revolta em brasileiros
Óleos vegetais e saúde
Azeite de oliva extra virgem
Óleo de coco
Manteiga ghee
Óleo de abacate
Óleo de semente de uva
domingo, 6 de fevereiro de 2022
6 coisas que celulares antigos tinham e que deixaram saudade
Lista reúne recursos que marcaram os modelos mais velhos de celulares; relembre
1. Segurança e privacidade de dados
2. Bateria duradoura e facilmente removível
3. Rádio nativo sem necessidade de acesso à Internet
4. Praticidade de uso
5. Maior resistência a quedas
6. Designs inusitados
terça-feira, 1 de fevereiro de 2022
História do Atari
Em outubro de 1977 o Atari foi lançado nos EUA. Na verdade, o console se chamava Atari Video Computer System e com ele o conceito de videogame mudaria para sempre.
Pela primeira vez, um console poderia ter centenas de jogos, ao invés de ser uma caixa com uma pré-seleção de um punhado de games, como os anteriores. Como o Atari CX2600 teria os jogos em cartuchos, a variedade de games difentes era o maior apelo aos gamers. Seria possível criar uma indústria de produtoras de jogos para o sistema, um novo mercado com lançamentos constantes sem que o consumidor precisasse comprar um novo console.