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quinta-feira, 26 de dezembro de 2024
sábado, 4 de maio de 2024
De seio à mostra a Marilyn Monroe: veja looks icônicos que Madonna usou durante a carreira
Cantora tem trajetória marcada por moda e se apresenta no dia 4 de maio na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.
Seio de cone
O look incluiu desde pompons até uniforme estilizado.
No Prêmio Billboard de 2016, a rainha do pop homenageou Prince, se vestindo com um traje imerso na estética do músico, morto naquele ano.
Projetado pelo designer B.Akerlund, o look trouxe mangas de renda bufantes, cristais no peitoral e um conjunto de alfaiataria lilás cintilante furta-cor.
A peça foi inspirada em elementos estéticos da cultura japonesa e descrições visuais do livro "Memórias de uma Gueixa" (1997).
Usando um visual desenhado pelo designer italiano Riccardo Tisci, ela apareceu com uma capa dourada bordada à mão, uma coroa de cristais e um minivestido preto com adornos também dourados.
A cantora usou um vestido preto rendado, com tule na altura dos seios e da bunda. Suas coxas também ficaram à mostra.
A peça é uma réplica do look da atriz Marilyn Monroe em uma das cenas mais famosas de "Os Homens Preferem as Loiras" (1953).
Em 2022, o vestido de Madonna foi a leilão, sendo vendido por 287,5 mil dólares.

Projetado como uma armadura futurista, o look é da designer italiana Donatella Versace. A roupa faz vermos a rainha do pop ostentar seu brilho do passado, presente e futuro.
segunda-feira, 22 de abril de 2024
Veja o que aconteceu com os chefões do tráfico do Estado do Rio
Prisão de Rogério 157 foi a mais recente envolvendo liderança do crime organizado
- Fernandinho Beira-Mar
- Marcinho VP
- Celsinho da Vila Vintém
- Elias Maluco
- Nem da Rocinha
Fernandinho Beira-Mar

Fernandinho Beira-Mar é um dos 81 presos nascidos no Rio que estão em penitenciárias da União - Fernando Quevedo / Agência O Globo 13/05/2015
Luiz Fernando da Costa, mais conhecido como
Fernandinho Beira-Mar, é considerado um dos maiores traficantes de armas e
drogas da América Latina. Apontado como um dos maiores chefes da história da
facção Comando Vermelho e natural da favela Beira-Mar, no município de Duque de
Caxias, na Baixada, ele começou a vender drogas antes dos 20 anos de idade, e
hoje é um dos principais criminosos do estado.
A ascensão de Beira-Mar ocorreu entre o início
e meados dos anos 1990, quando abriu canais próprios de distribuição de drogas
e conquistou morros como Borel, Rocinha, Chapéu Mangueira e Vidigal. Preso em
1996, não ficou nem um ano no presídio de Belo Horizonte. Agentes
penitenciários foram acusados de ter facilitado a fuga dele.
Beira-Mar montou um gigantesco esquema de
lavagem de dinheiro no maior banco federal estatal do país e teria morado no
Paraguai, Uruguai, Bolívia e Colômbia, onde se aliou às Forças Armadas
Revolucionárias da Colômbia (Farc). Foi recapturado pelo exército colombiano,
em atuação conjunta com agentes norte-americanos e repatriado para o Brasil em
abril de 2001. Na época, era apontado como responsável por 70% das remessas da
cocaína distribuída no país.
Em 2002, preso em Bangu I, ele organizou
rebelião com a finalidade de matar Ernaldo Pinto Medeiros, o Uê, e outras
lideranças de uma facção criminosa rival. Passou pelos presídios de Catanduvas
(PR), Campo Grande (MS) e Porto Velho (RO), e atualmente está na unidade
prisional de Mossoró (RN). Em outubro, o ministro do STF Alexandre de Moraes negou a volta de
Fernandinho Beira-Mar e de outros chefes do tráfico para presídios do Rio .
Fernandinho Beira-Mar ouça o texto:
Marcinho VP

O traficante Marcinho VP é um dos presos federais que podem voltar ao
Rio - Agência O Globo
Nascido em Vigário Geral e criado em São João
de Meriti, na Baixada Fluminense, Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP,
é outro chefe histórico do Comando Vermelho e apontado como chefe do tráfico no
Complexo do Alemão, mesmo estando atrás das grades desde 1996. Condenado a 44
anos de prisão - 10 por tráfico e outros 34 por mandar matar duas pessoas,
crimes que ele nega, o traficante foi transferido para o sistema prisional
federal em 2007, onde permanece desde então. É apontado pela polícia como um dos
mandantes da pela morte de Márcio Amaro de Oliveira, chefe do tráfico no Morro
Dona Marta, em Botafogo, na Zona Sul, e que também adotava o apelido de
Marcinho VP. Márcio Amaro foi morto por estrangulamento no presídio de Bangu
III, em 2008. A suspeita é que Márcio Nepomuceno não estaria gostando das
entrevistas que o antigo comparsa dava relatando detalhes do funcionamento do
tráfico no Rio
Nste ano, Marcinho VP revelou em livro que
ajudou o ex-governador Sérgio Cabral na campanha de 1996 - quando o então
deputado presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) disputou o cargo
de prefeito e perdeu. No texto, um manuscrito a que o EXTRA teve acesso com exclusividade ,
o traficante conta que a equipe de Cabral pediu o apoio dele no Complexo do
Alemão e que o ex-governador esteve com ele durante uma hora num camarote na
favela durante um show do Molejo. A defesa do governador nega o encontro.
O traficante, no entanto, considera que sua
transferência para o sistema penal federal, em 2007, foi uma decisão de Cabral.
Ele está há 10 anos nos presídios de segurança máxima. Marcinho chama o
ex-governador de “ladrão” e “traidor”. Atualmente, como Fernandinho Beira-Mar,
Marcinho VP está na penitenciária federal de Mossoró (RN).
Marcinho VP ouça o texto:
Celsinho da
Vila Vintém

Veterano do mundo do crime e um dos fundadores
da facção Amigos dos Amigos (ADA), Celso Luiz Rodrigues, o Celsinho da Vila
Vintém é apontado como uma dos maiores chefes do tráfico na Zona Oeste do Rio.
Começou sua vida de delitos promovendo assaltos a caminhões de carga na Avenida
Brasil. Em meados dos anos 1990, Celsinho assumiu o controle do tráfico na
favela da Vila Vintém, em Padre Miguel, e se tornou um dos nomes mais
importantes do Comando Vermelho, quando ainda era conhecido como Celsinho
Russo.
Anos mais tarde, criou a facção Amigos dos
Amigos. Em 2002, ele implorou por sua própria vida numa rebelião dentro de
Bangu 1, quando outro líder de facção, Ernaldo Pinto de Medeiros, o Uê, foi
assassinado. Na ocasião, prometeu que trocaria de facção para não ser morto
pelo bando de Fernandinho, Beira-Mar.
Condenado a mais de 30 anos de prisão por
crimes como tráfico de drogas, homicídio, corrupção, sequestro, cárcere privado
e ocultação de cadáver, Celsinho está encarcerado há mais de 15 anos. Desde
2014, o traficante cumpria pena em presídios federais, mais recentemente na
Penitenciária de Porto Velho, em Rondônia, mesmo local onde está Antônio
Francisco Bonfim Lopes, o Nem da Rocinha.
Atualmente, ele cumpre pena no Complexo de
Gericinó, após conseguir na Justiça, em maio deste ano, a transferência do presídio federal de
Rondônia para o Rio . De acordo com a investigação da 11ª DP
(Rocinha), Celsinho é, ao lado de Nem, um dos mandantes da invasão à Rocinha em setembro
deste ano, com o objetivo de retirar de Rogério 157 o controle do tráfico na
região.
Celsinho da Vila Vintém ouça o texto:
Elias Maluco

Julgamento de Elias Maluco pelo assassinato do jornalista Tim Lopes, no
fórum do Rio - Sérgio Borges
Elias Pereira da Silva, o Elias Maluco, é mais
uma dos chefes emblemáticos do Comando Vermelho e já controlou o tráfico de
drogas em mais de 30 favelas nos complexos do Alemão e da Penha. Mas, ele ficou
conhecido, principalmente após o assassinato do jornalista Tim Lopes, da TV
Globo, em 2002. Sua ascensão no mundo do crime, porém, é muito anterior e foi
rápida. Em 1995, o criminoso era gerente do tráfico em Vigário Geral, na Zona
Norte do Rio. Com a morte de Flavio Negão, Elias Maluco assumiu o controle do
comércio de entorpecentes na região e logo se tornou o homem de confiança de
Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP do Complexo do Alemão.
Com a prisão de Marcinho VP, em 1996, ele
passou a gerenciar a venda de drogas no conjunto de favelas, além de assumir
quadrilhas em outras favelas, como as do Jacarezinho, na Zona Norte do Rio, e
nos morros do Pavão-Pavãozinho e do Cantagalo, na Zona Sul. Neste período,
passou a participar também do tráfico de armas. Já esteve preso sob acusação de
sequestro, mas foi solto porque, depois de quatro anos, não havia sentença no
processo. Ele foi preso em 1996 pela Divisão Antissequestro (DAS). Em julho de
2000, conseguiu o habeas corpus que garantiu sua liberdade.
Em junho de 2002, Elias Maluco comandou o sequestro, tortura e morte do jornalista Tim Lopes, que fazia, com uma câmera escondida uma reportagem sobre um baile funk realizado na comunidade, onde haveria venda de drogas e exploração sexual de adolescentes. Após uma força-tarefa das polícias Militar e Civil, com um cerco ao Complexo do Alemão, que durou cerca de 50 horas, o criminoso foi capturado. Em maio de 2005, ele foi condenado a 28 anos de prisão pelo crime, no dia 22 de Setembro de 2020 ele foi encontrado morto em sua cela no presídio federal de Campo Grande, no Mato Grosso do Sul.
Elias Maluco ouça o texto:
Nem da Rocinha
Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, ao ser preso, em Novembro do ano
passado - Reuters
Ligado à facção Amigos dos Amigos (ADA),
Antônio Francisco Bonfim Lopes, o Nem, voltou aos holofotes devido à acusação
de ordenar, de dentro da prisão, a invasão à Favela da Rocinha em Setembro deste ano ,
com o objetivo de retomar o controle do tráfico após a “traição” de Rogério
Avelino dos Santos, o Rogério 157. Antigo segurança pessoal de Nem, Rogério se recusou a entregar o controle da favela ,
o que deu origem a uma onda de violência na comunidade.
A ascensão de Nem no comando do tráfico da
Rocinha ocorreu em outubro de 2005, após a morte de Erismar Rodrigues Moreira,
o "Bem-Te-Vi", durante uma operação da Polícia Civil. A partir dali,
Nem e João Rafael da Silva, o Joca, braços direitos de Bem-Te-Vi, passaram a
controlar a venda de drogas na comunidade. Após a prisão de Joca, Nem assumiu
sozinho o comando da Rocinha.
Em janeiro de 2010, Nem chegou a forjar a
própria morte, farsa logo descoberta pela polícia . O golpe foi
descoberto pela Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA). O médico que
atestou o óbito do criminoso, Dalton Jorge, acabou preso por falsidade
ideológica e associação ao tráfico. Menos de dois anos depois, em novembro de
2011, Nem foi preso escondido no porta-malas do carro de um de seus advogados,
na Lagoa, por onde tentava fugir.
Mesmo com a prisão, Nem continuou, nos anos
seguintes, sendo o grande líder do comércio de drogas da Rocinha. Em setembro
deste ano, com a traição de Rogério 157 e tentativa de retomada do controle do
tráfico, ele voltou ao noticiário. Atualmente, está detido na penitenciária
federal de Porto Velho, em Rondônia, de onde ainda dita ordens àqueles que
ainda lhe são fiéis. Sua mulher, Danúbia, que teve que fugir da Rocinha após o
começo da guerra na comunidade, foi presa pela Polícia Civil em outubro deste ano .
terça-feira, 27 de fevereiro de 2024
sábado, 29 de outubro de 2022
Nomes que não podem ser registrados no Brasil
Antecipadamente, você sabia que existem alguns nomes que são proibidos no Brasil? Isto é, considerando a hipótese de registrar um ser humano com os nomes em questão. Ademais, isso acontece porque nomear um indivíduo com alguma palavra que poderá causar situações constrangedores, é completamente ilegal.
Assim sendo, o servidor responsável por realizar os registros do cartório, é obrigado a informar os responsáveis sobre a proibição. Além disso, quando existe algum nome com a grafia incorreta, o servidor também pode alterá-las. Portanto, alguns dos nomes proibidos no país, são:
- Triângulo;
- Bizarro;
- Sujismundo;
- Rua sem saída;
- Sem informação;
- Não declarado;
- Capô de fusca;
- Cadáver;
- Triste;
- Solitário;
- Criatura;
- Lúcifer;
- Santo;
- Anjo;
- Cachorro;
- Gorila;
- Miojo;
- Garrafa;
- Sem nome;
- Gringo;
- Computador.
sexta-feira, 28 de outubro de 2022
Origem dos 11 sobrenomes mais comuns no Brasil
1 – Silva
Antecipadamente, cerca de 5 milhões de brasileiros carregam Silva como sobrenome e sua origem deriva de Portugal. Já a sua, portanto, etimologia tem relação com a selva e a floresta.
2 – Santos
Entre as variações “Santos” e “dos Santos” existem cerca de 4,7 milhões de brasileiros registrados. Contudo, o sobrenome tem origem católica e está associado à óbvia ideia de santo.
Durante o período medieval era um sobrenome muito comum para os cavaleiros ibéricos, que nasciam durante a época do Dia dos Santos.
3 – Oliveira
Primeiramente, o nome de origem portuguesa, era muito mais utilizado como alcunha do que como sobrenome, pois indicava quem trabalhava com plantações e olivas.
4 – Souza
É o 4º sobrenome mais popular do país e deriva da palavra “saxa”, que traduzindo do latim significa “rocha”.
5 – Rodrigues
Em síntese, significa o mesmo que “filho de Rodrigo”, afinal, o sufixo -es era utilizado para definir a filiação da pessoa.
6 – Ferreira
O sobrenome, que é original da Península Ibérica, tem os seus primeiros registros no século XI, pois era usado nesse período para designar quem vivia em reservas e jazidas de ferro.
7 – Alves
Assim como Rodrigues, esse sobrenome serve para designar o patriarca de uma família em específico. Além disso, pode ser abreviação de Álvaro ou Álvares.
8 – Pereira
É difícil definir com precisão a origem desse sobrenome por conta da falta de evidências históricas. Apesar disso, estima-se que o primeiro Pereira foi um português que ganhou uma plantação de peras.
9 – Lima
O sobrenome surgiu por conta da proposta de designar a comunidade que vivia no Rio Lima, que se estende entre a Espanha e Portugal.
10 – Gomes
Gomes é um sobrenome que serviu para designar o patriarca de uma família, que modo que represente os “filhos de Gomo”.
11 – Ribeiro
Ribeiro significa rio pequeno e foi um sobrenome utilizado para servir como alcunha para os moradores das regiões banhadas por rios.
quinta-feira, 27 de outubro de 2022
Estes são os 11 sobrenomes mais comuns do país: qual é o seu?
Fizemos uma lista com os sobrenomes mais comuns no Brasil.
sexta-feira, 7 de outubro de 2022
Favela do Rio de Janeiro foi batizada com nome de novela
No Complexo da Maré, conjunto formado por 17 favelas na zona norte do Rio de Janeiro, uma das comunidades foi batizada popularmente com o nome de Salsa e Merengue, novela das sete exibida pela Globo entre 1996 e 1997.
Oficializado como bairro pela Prefeitura do Rio de Janeiro em 2000, o Conjunto Novo Pinheiro é chamado por seus moradores --e até mesmo encontrado com essa denominação em buscas de endereço-- até hoje por seu nome popular de Favela Salsa e Merengue.
A comunidade foi construída pelo governo para abrigar, em um primeiro momento, moradores afetados pelas fortes chuvas nos anos 1990 e acabou ganhando o nome da novela em decorrência do colorido das casas do conjunto, que remetia às cores da trama.
O folhetim de Miguel Falabella e Maria Carmem Barbosa, com direção de Wolf Maya, foi exibido às 19h --entre Vira lata (1996) e Zazá (1997)--, e também era ambientado no Rio de Janeiro, na fictícia Vila do Vintém. Para reproduzir as vilas e casas inspiradas no bairro de Vila Isabel, a Globo construiu a maior cidade cenográfica da emissora até então. Era por ali que viviam os personagens Candinho (Marcos Oliveira) e Socorro (Stella Miranda), dupla cômica que ganhou enorme repercussão entre o público.
Relembre a trama
Primeira novela escrita por Miguel Falabella --que já estava à frente do dominical Sai de Baixo (1996-2002)--, Salsa e Merengue conta a história de um triângulo amoroso entre Eugênio (Marcello Antony), Valentim (Marcos Palmeira) e Madalena (Patrícia França).
Nascido em uma vila, mas trocado na maternidade e criado como filho dos ricaços Guilherme, interpretado por Walmor Chagas (1930-2013) e Bárbara (Rosa Maria Murtinho), Eugênio descobre toda a verdade sobre sua origem após sofrer uma contaminação por mercúrio. O rapaz desenvolve uma leucemia e precisa, com urgência, de um transplante de medula. Para resolver a questão, os pais adotivos vão em busca da mãe biológica de Eugênio: Anabel Muñoz (Arlete Salles).
A solução para salvar a vida do playboy está em Valentim, o outro filho da cerimonialista. O que o rapaz não faz ideia é que o irmão que ele nem conhece e precisa salvar vai se apaixonar pela mesma mulher que ele: a ex tecelã Madalena.
A trama também contou no elenco com nomes como Debora Bloch, Cristiana Oliveira, José Wilker (1944-2014), Victor Fasano, Laura Cardoso, Ariclê Perez (1943-2006), Diogo Vilela, Adriana Garambone, Maria Maya e Zezé Polessa.
Fonte: Noticias da TV
quinta-feira, 6 de outubro de 2022
Allan Kardec: quem foi o homem que ‘inventou’ o espiritismo
De curioso a teórico espírita
O pentateuco da nova doutrina
Cientificismo e teologia
terça-feira, 4 de outubro de 2022
Sem entender como cão conseguia fugir, tutora instala câmera na cozinha e descobre técnica de gênio
Presos na cozinha por uma grade, um dos cães sempre conseguia fugir, no entanto, como ele fazia isso era uma grande questão sem resposta
Dachshund
segunda-feira, 3 de outubro de 2022
Demissão silenciosa: o que é isso? Empresa onde trabalho pode fazer isso comigo?
Demissão silenciosa é mais um conceito que os trabalhadores devem conhecer.
O fenômeno do quiet quitting
Empresa pode fazer o mesmo?
- Improbidade: esse tipo de ato diz respeito a qualquer ação desonesta por parte do trabalhador. Exemplos: fraude, má-fé, abuso de confiança, entre outros;
- Negociação no ambiente de trabalho sem permissão;
- Desídia no desempenho de funções: para quem não sabe o que é isso, essas são as situações que podem começar com pequenas faltas que seguem acontecendo. É quando o profissional claramente não mostra mais interesse;
- Embriaguez em serviço ou habitual;
- Ato de indisciplina;
- Agressões físicas;
- Perda de habilitação profissional; entre outros.
- Demissão por WhatsApp, pode acontecer?
- Antes de mais nada, com o avanço da tecnologia e o aumento de uso de aparelhos celulares, o WhatsApp é um dos aplicativos com maior número de usuários do Brasil, se não o maior. Acontece, portanto, que a ferramenta que antes era visto como algo de lazer, agora também pode ser uma ferramenta de trabalho.



























