domingo, 23 de fevereiro de 2014

SP: ato contra Copa tem prisão de jornalistas; fotógrafo do Terra é ferido

O Terra flagrou pessoas sendo detidas - parte delas por policiais da chamada Tropa do Braço
Foto: Bruno Santos / Terra

Manifestantes e policiais militares entraram em confronto no início da noite deste sábado, em meio ao protesto realizado na Praça da Liberdade, no centro de São Paulo, contra a realização da Copa do Mundo no Brasil. A manifestação - acompanhada desde o início por um contingente de mais de mil policiais e por unidades especiais da "Tropa do Braço" - terminou com saldo de pelo menos sete feridos, 120 detidos e inúmeros casos de depredação do patrimônio público e privado.

Em meio ao tumulto, os repórteres Sérgio Roxo (O Globo), Reynaldo Turollo (Folha de S. Paulo) e Paulo Pisa (G1) foram detidos sob suspeita de adoção de tática de manifestação black bloc. Durante o tumulto ocasionado pelo confronto entre policiais e manifestantes, o fotógrafo do Terra Bruno Santos foi ferido na perna e foi encaminhado a um hospital. Pelo menos outros dois fotógrafos foram detidos pela PM.

O saldo parcial é de cinco policiais e dois manifestantes feridos. Cerca de 120 pessoas foram detidas - parte delas por policiais da chamada "Tropa do Braço", unidade especial de policiais preparados para lidar com incidentes de protestos - e encaminhadas para as Delegacias de Polícia números 3, 4, 8 e 78.

Observado desde o início por mais de mil policiais especialmente deslocados para acompanhar mais um ato de crítica à realização da Copa do Mundo no Brasil, o ato começou às 17h e reuniu cerca de 1,2 mil pessoas.

Por volta das 19h, parte dos manifestantes lançaram objetos e lixeiras contra a Polícia Militar na altura da rua Coronel Xavier de Toledo. Foi o início do tumulto. A PM reagiu e usou bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo para dispersar a multidão.

22 de fevereiro - Policiais militares cercam e isolam manifestantes detidos durante o protesto em São Paulo
Foto: Gabriela Biló / Futura Press

A ação da PM surtiu efeito e o protesto se dispersou, mas pequenos grupos de manifestantes passaram a cometer atos de vandalismo em ruas do centro da capital paulista. Estabelecimentos tiveram suas fachadas danificadas. Na rua Sete de Abril, na região da República, uma agência do banco Itaú foi alvo de manifestantes.

Em meio à ação, policiais militares cercaram e prenderam dezenas de manifestantes na rua Coronel Xavier de Toledo. No local, dezenas de agentes de segurança formaram um cordão de isolamento e ameaçaram jornalistas que se aproximaram. A reportagem do Terra que cobria a manifestação questionou a PM sobre a detenção dos profissionais da imprensa e recebeu a informação de que os jornalistas detido teriam adotado práticas de manifestação típicas dos black blocs.

Fonte: Site Terra

sábado, 22 de fevereiro de 2014

A ansiedade em números.


Em seu livro Ansiedade - Como Enfrentar o Mal do Século, Augusto Cury explica como a Síndrome do Pensamento Acelerado afeta a nossa sociedade e o que podemos fazer para reassumir o controle de nossa mente.

O excesso de informações, uma rotina cheia de aparatos tecnológicos que nos deixam conectados o tempo inteiro no mundo virtual,metas desafiadoras a serem cumpridas todo tempo e muitos obstáculos para conseguir equilibrar vida pessoal com profissional. Essas são questões presentes no dia a dia de boa parte das pessoas, mas como lidar com tudo isso sem comprometer o equilíbrio mental e emocional?

Para o psicanalista, professor e escritor Augusto Cury, a falta de um gerenciamento adequando das nossas emoções frente às cobranças e ao excesso de informações nos levou a um estado de ansiedade nunca antes visto na humanidade. Esse é o tema de seu novo livro, Ansiedade - Como Enfrentar o Mal do Século, primeiro lançamento do autor pela Editora Saraiva.

"Nas minhas conferências, costumo perguntar quem tem algum tipo de seguro, de carro ou de casa, e todos levantam a mão. Quando eu pergunto quem tem seguro emocional, ninguém ousa levantar a mão." brinca Cury em entrevista ao Almanaque.

Segundo o psicanalista, esse nosso descuido com a mente e a emoção teria nos deixado vulneráveis ao que ele chama de Síndrome do Pensamento Acelerado (SPA), uma doença moderna caracterizada pela falta de concentração que nos levam a uma ansiedade crônica, com sintomas físicos.

A ansiedade em números.



18% 

da população norte-americana sofre de transtornos de ansiedade.


12% 


da população brasileira sofre de transtorno da ansiedade.



23% 

da população brasileira terá algum tipo de distúrbio ansioso ao longo da vida.


3 X

O sexo feminino é de duas a três vezes mais afetado por ansiedade que o sexo masculino.


18 a 35

A maior incidência de distúrbio ansioso acontece entre os adultos de 18 a 35 anos.

Fonte: Revista Almanaque da livraria Saraiva distribuida gratuitamente no Norte Shopping no Rio de Janeiro-RJ

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Delegado acusado pela Veja responde: Eu conheço a Sininho!

ter, 18/02/2014 - 17:20

Jornal GGN - Acusado pela revista Veja de conhecer e apoiar Sininho, a quem se refere como líder dos Black-Bloc, o delegado Orlando Zaccone D’Elia Filho fez do Facebook seu megafone. E está funcionando. Sua resposta foi replicada centenas de vezes com manifestações de apoio. Não se deve esquecer que também as manifestações de repúdio à revista e sua forma de 'jornalistar' estão presentes. E muito!

Na resposta do delegado Orlando Zaccone, a afirmação de que o que a revista não tolera "é um delegado de polícia que ao invés de aparecer em fotografias com empresários e políticos se dispõe a encontrar ativistas e pessoas que podem lhe oferecer muito mais do que todas as articulações empresariais, políticas e financeiras de uma revista comercial, através da sublime experiência da LIBERDADE".

E, por fim, após rebater criticamente vários pontos levantados pela revista em questão, Zaccone é brilhante em sua colocação final, avisando que não pretende nenhum ressarcimento por danos morais pela publicação, pois está "com a moral elevada!". Para coroar, um lembrete: "Não esqueçam de pesquisar sobre a Privataria Tucana" e um link para facilitar o aceite.


Delegado responde à Veja e acusa revista de má fé

Bom demais ver alguém enfrentando a Veja e toda a mídia brasileira.#ChupaVeja

por Orlando Zaccone D’Elia Filho, no Maria da Penha Neles, compartilhado por Fernando Andrade e Antonio Mello no Facebook

EU CONHEÇO A SININHO!

Sim. Eu conheço Elisa Quadros, a Sininho. Confirmei isso desde o primeiro contato feito pela Revista Veja sobre a minha doação para o evento “Mais amor menos capital”. Então quem é o Pinóquio nesta história?

1) O fato de ter sido comprovado em menos de 24 horas que a reportagem da Veja, ao tentar me vincular a um suposto financiamento da violência dos protestos, foi construída na má fé, uma vez que na planilha editada pela revista foram omitidos os gastos do evento, que incluía a compra de rabanadas, pão, papel, bem com o aluguel de cadeiras e pagamento de transporte, demonstra por si só quem está desde o início com dolo (a palavra agora está na moda) de mentir.

2) A nova tentativa de me vincular às violências ocorridas nas manifestações tem agora toques inquisitórios. O delegado de polícia que conhece a “fadinha do mal”! Nunca neguei conhecer a Sininho, pelo simples fato de não existir nenhum impedimento jurídico, moral ou ético para isso. Conheci Elisa Quadros, assim como outros ativistas do movimento Ocupa Câmara, muitos que assim como ela foram presos e tiveram as respectivas prisões revogadas pela Justiça.

3) Elisa Quadros, pelo que eu e a Revista Veja sabemos, não é foragida da Justiça e nem tem nenhum mandado de prisão pendente. Ah, sim! Esqueci! Ela é apontada como sendo líder dos Black Blocs. Por quem? Pela própria Revista Veja.

4) Outro aspecto da pretensa ofensa a mim dirigida pela Veja é ter estado na cerimônia de premiação organizada pelo jornalista e humorista Rafucko que retrata de forma divertida o cenário das manifestações. A confusão entre a abordagem humorística e a realidade feita pela Veja muito se assemelha a perseguição e as ameaças sofridas pelo ator Fábio Porchat em razão do vídeo do Grupo Porta dos Fundos intitulado “Dura”. A Veja e alguns policias militares parecem compartilhar da mesma falta de humor.

5) O que está em jogo não é o fato de eu ter conhecido a Sininho dois meses antes do evento para o qual fui por ela convidado e tão menos eu ter participado da premiação teatral realizada pelo meu amigo Rafucko. O que a Veja não tolera é um policial que despreza o Estado Policial! O que a Veja não tolera é um delegado de polícia que ao invés de aparecer em fotografias com empresários e políticos se dispõe a encontrar ativistas e pessoas que podem lhe oferecer muito mais do que todas as articulações empresariais, políticas e financeiras de uma revista comercial, através da sublime experiência da LIBERDADE.

6) Por fim, quero consignar o imenso orgulho que sinto em poder ser fotografado e de participar de eventos ao lado de pessoas que pensam o país para além do capital financeiro. Sendo assim, por esta publicação de hoje não pretendo nenhum ressarcimento por danos morais. Estou com a moral elevada!

7) Não esqueçam de pesquisar sobre a Privataria Tucana



terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Ato em apoio ao deputado Marcelo Freixo reúne 200 pessoas no IFCS


RIO — Cerca de 200 pessoas participaram de um ato de apoio ao deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL), no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais (IFCS) da UFRJ, no Centro, na noite desta segunda-feira. Entre os participantes, estavam os parlamentares Lindberg Farias (PT), Randolfe Rodrigues e Chico Alencar (PSOL), o antropólogo Luiz Eduardo Soares, a socióloga Julita Lemgruber e o músico Caetano Veloso.


O ato foi convocado por Luiz Eduardo Soares e Julita Lemgruber em razão das notícias publicadas na semana passada, sobre uma suposta ligação do deputado com os autores do disparo do rojão que matou o cinegrafista da TV Bandeirantes Santiago Andrade. A história foi publicada porque o advogado dos réus, Jonas Tadeu Nunes, disse à polícia que essa suposta ligação foi relatada a ele pela militante Elisa Sanzi, a Sininho. A informação consta de um termo de declaração à polícia. Freixo negou tal ligação.
Os participantes do ato criticaram a imprensa de um modo geral, e O GLOBO de maneira particular, por terem dado destaque à notícia. Para O GLOBO, como explicitado em editorial publicado na edição desta segunda-feira, a história precisava ser divulgada e o destaque dado foi adequado.
No Twitter, Freixo escreveu que o evento era contra a criminalização das manifestações. O ato foi aberto com um minuto de silêncio em homenagem a Santiago Andrade. O senador Randolfe Rodrigues, candidato à presidência pelo PSOL, destacou que o partido defende a liberdade de imprensa e dos jornalistas. Já o pastor luterano Mozart Noronha afirmou que forças retrógradas do país atentaram contra a democracia no caso das denúncias contra Freixo. O cantor Ivan Lins leu uma carta de frei Leonardo Boff em solidariedade a Freixo.


Fonte: Extra Online

Médicos ou Presidiários ?


O Ministério da Saúde publicou portaria na tarde de hoje determinando que “médicos cubanos do programa Mais Médicos serão obrigados a usar tornozeleiras de monitoramento para evitar novas fugas”.

A medida, segundo informou o Ministério, se deu em razão de recentes fugas de médicos, com destaque para Drª. Ramona, cuja “deserção” repercutiu em rede nacional.

As tornozeleiras serão iguais as utilizadas pelos presos do regime semi-aberto. Até quando esse governo desonesto continuará disseminando o trabalho escravo em coluio com Cuba.

O governo de Cuba comemorou a medida, e publicou nota oficial na imprensa local, ou seja, só no jornal Granma, elogiando o governo brasileiro.

Medico, pra quem?
Jornal Zona de Conflito Mídia Independente

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

COMPARTILHE ! VAMOS PROTESTAR



BRASIL, UM PAIS DE TODOS! SERÁ? CADÊ A IMPRENSA ???

Hoje uma criança pobre, foi agredida por um dos seguranças da RIACHUELO, por ser pobre, vendedor de confeitos, não ter boa aparencia e entrar em uma loja, quando a criança saiu, foi puxada de volta pelo segurança e agredida, sendo acusada de ter roubado algo de la. quando conseguiram pegar a sacolinha de volta do pobre garoto, só tinha la seus confeitos, chicletes e etc. ja não basta a infancia desse coitado está sendo sugada, não ter uma vida como outras crianças, frequentar escola, e poder ter uma boa educação, ainda tem que ser criminalizado e espancado por um HOMEM FORMADO, falo formado no sentindo de um HOMEM JA ADULTO, UM SEGURANÇA, a criança não tinha sequer nenhuma chance de defesa. e o que a RIACHUELO fez ? Nada! fechou as portas pra conter a revolta dos populares que presenciaram tudo. E nã prestaram nenhum socorro ao menino. populares chamaram os bombeiros que socorreram a criança.

Ai me pergunto, cade as autoridades essa hora ? os direitos dessa criança? conselho tutelar e tudo mais que dizem existir pra proteger crianças e adolescentes? cade ? se ele vende chiclete nas ruas, é porque precisa, e nem todo pobre é ladrão, e não precisa ser tratado como um!

REVOLTA DEFINE.

Fonte: reprodução Anonymous Rio

Nota de Esclarecimento do Instituto de Defensores de Direitos Humanos (DDH)

Diante dos últimos episódios acerca das manifestações populares no Rio de Janeiro, o DDH vem publicamente prestar alguns esclarecimentos à sociedade fluminense, a fim de desfazer possíveis confusões e falsas afirmações em decorrência de matérias jornalísticas.

Em primeiro lugar, afirmamos o profundo pesar diante do falecimento do repórter Santiago Ilídio Andrade, atingido por um rojão enquanto cobria a manifestação contra o aumento das tarifas do transporte público, realizada no dia 06/02/14, na cidade do Rio de Janeiro. Não há justificativa para tamanha tragédia humana e nós não compactuamos em absoluto com isso.

O Instituto de Defensores de Direitos Humanos é uma organização não governamental, fundada em 2007, cujo foco de atuação é a defesa das vítimas de violência institucional e a promoção de uma cultura de direitos humanos. A atuação da entidade na defesa de manifestantes contra a repressão estatal que sufoca os protestos enquadra-se, portanto, em nossa missão institucional, não sendo resultado de imposições externas, sejam elas de partidos políticos, sindicatos ou quaisquer outras entidades.

A insinuação de que a atuação do Instituto teria sido responsável pela morte do cinegrafista é leviana porque parte do pressuposto de que a garantia do direito de defesa dos manifestantes significa automaticamente impunidade. Cabe ao Judiciário decidir sobre os pleitos de liberdade, ao advogado cabe apenas postular pela garantia da legalidade e o respeito ao devido processo legal. A atuação do advogado é um elemento importante na garantia de um julgamento justo. Ademais, o DDH atua na assessoria jurídica dos manifestantes junto com outros grupos de advogados, como é o caso do coletivo Habeas Corpus e do Centro de Assessoria Popular Mariana Criola.

Quanto à filiação partidária, esta é uma prerrogativa constitucional e não se constitui como critério para inclusão nos quadros da entidade. O DDH atua de forma independente de partidos e governos, sempre coerente com a defesa da dignidade humana. De seus 45 membros, uma ampla maioria não possui qualquer filiação a partido político. Temos uma trajetória reconhecida de defesa intransigente dos direitos humanos, com atuações em casos importantes como o do pedreiro Amarildo, o das Chacinas de Acari (1990), Vigário Geral (1993), Baixada Fluminense (2005), Via Show (2007), Complexo do Alemão (2007) e Morro da Providência (2008).

Thiago Melo é diretor e um dos advogados do DDH e acumula esta atividade com a de assessor jurídico do deputado estadual Marcelo Freixo, tudo em consonância com o que prevê o Regimento Interno da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro.

As matérias publicadas pelo jornal O Globo, a partir de 11 de fevereiro, não visam mais do que desmoralizar a atuação dos advogados e coibir a realização de protestos. Isto é inaceitável e absolutamente conflitante com um Estado Democrático de Direito, que ainda tem um longo caminho a percorrer na efetivação da democracia e na ampliação dos direitos sociais.

Rio de Janeiro, 13 de fevereiro de 2014.



domingo, 16 de fevereiro de 2014

Entre ASPAS

Programa exibido pela Globo News traz um debate sobre a responsabilidade dos Black Blocs na morte do cinegrafista da Band...recomendo que todos assistam....


Clique aqui e vejam...

Jovem algemado com mão para trás deu tiro na própria cabeça, diz PM


O jovem José Guilherme Silva, de 20 anos, que aparece na foto acima, morreu no dia 14 de setembro do ano passado dentro de um camburão da Força Tática da PM de Limeira, no interior de São Paulo. Antes de entrar no carro, sob a acusação de ter participado de um assalto, ele tinha sido revistado pelos policiais “nos pés, tornozelos, cintura e genitália”, conforme eles próprios admitem. Os policiais não encontraram armas com ele. José Guilherme foi algemado com as mãos para trás. O pai do menino, José Alves, conseguiu chegar ao local a tempo de ver seu filho apanhando da polícia. Diante de mais ou menos 30 pessoas, ele entrou imobilizado e desarmado no camburão.

Segundo a versão dos policiais, poucos minutos depois, quando a viatura se dirigia à delegacia com o jovem dentro, José Guilherme teria sacado um revólver 38 de cano longo e atirado contra a própria cabeça. A bala, segundo os exames criminalísticos, percorreu uma trajetória percorreu uma trajetória de baixo para cima. O tiro foi dado a uma distância de cerca de 50 centímetros da cabeça.
Segundo a vereador Maíra da Costa (PPS), que é médica neurologista e atua na comissão de direitos humanos da Câmara de Vereadores de Limeira, a foto do corpo do jovem mostra que o tiro foi dado transversalmente. O vereador Wilson Nunes Cerqueira (PT) aponta ainda outra contradição no exame. “O tiro entrou do lado direito da cabeça e o Guilherme era destro. Seria impossível que a bala percorresse essa trajetória, já que ele estava algemado, com as mãos cruzadas para trás”, diz.

No laudo, o perito escreveu provavelmente uma das maiores pérolas da história do instituto de criminalística, digna de entrar no roteiro de um CSI brasileiro – que certamente seria uma comédia. Depois de examinar o disparo na cabeça e ver que o preso estava algemados para trás, o perito justifica a possibilidade do suicídio nos seguintes termos: ”isso envolve um estudo personalíssimo da habilidade do agente que encontra-se algemado. E é sabido nos meios policiais tanto sobre a habilidade de movimento de alguns detidos, bem como sua condição pessoal de burlar a revista”.

Passados cinco meses, apesar dos fortes indícios contra os policiais que participaram da ação, pais e irmãos do garoto ainda lutam para provar que seu filho foi executado dentro da viatura e para verem punidos os responsáveis pelo crime. Como os policiais permanecem na rua, o resultado da luta da família, por enquanto, foi apenas um: expor pai, mãe e cinco filhos (um deles gêmeo de Guilherme) ao risco de represálias. Quando foram conversar com um dos que participaram da detenção de José Guilherme, Maria de Lourdes Jesus Fagundes, e a mãe Claudia Regina, tiveram que ouvir: “antes um bandido morto do que um policial morto”.
Sem desanimar da luta fadada a inúmeras frustrações, as duas foram buscar ajuda da comissão municipal de direitos humanos de Limeira e da comissão estadual da Assembleia Legislativa, onde também funciona a Comissão da Verdade. É desanimador, passados mais de 40 anos da fase mais violenta da Ditadura Militar, sabermos que ainda se vive sob fortes suspeitas de que simulações de suicídios ainda são usadas para forjar execuções.

Por último. Caro leitor que vai me atacar dizendo que estou “defendendo bandidos e atacando a polícia paulista”. Conte até dez e respire antes de começar a teclar. Perceba que talvez não seja esse o ponto da discussão. E saiba que há muitos policiais militares que compreendem que esse tipo de teatro nefasto está corroendo as estruturas da corporação, a ponto de fazê-la em breve desmoronar.

Fonte: Estadão

Saúde do Rio tem corte de R$ 216 milhões

15/02/2014 23:54:24 - Atualizada às 16/02/2014 00:19:33

Redução atinge hospitais e programas municipais, como o das Clinicas da Família.

Rio - Dois meses após aprovado o orçamento de 2014, o DIA apurou que a prefeitura decidiu cortar R$ 216 milhões das verbas da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), cerca de 5% do total do orçamento da pasta, de R$ 4,347 bilhões. A redução atingiu quase todos os programas, mas teve impacto maior no Saúde Presente: R$ 141,5 milhões. Responsável por ações da rede de atendimento básico, o setor engloba o projeto de construção, ampliação e reforma das Clínicas da Família, que ficou sem R$ 79 milhões.

Na emergência do Salgado Filho, no Méier, cômoda é usada como cama para paciente em estado grave
Foto: Divulgação

O corte foi publicado no Diário Oficial esta semana e fez parte de uma mudança no orçamento da prefeitura para a criação de um crédito suplementar de R$ 581 milhões. Desse total, 37% eram da Saúde, a mais atingida.
Levantamento de João de Oliveira, assessor do vereador Paulo Pinheiro (Psol), aponta cortes também nos quatro grandes hospitais municipais (Souza Aguiar, Lourenço Jorge, Salgado Filho e Miguel Couto). Eles perderam, em média, R$ 2,6 milhões. O mais afetado foi o Souza Aguiar: R$ 2,87 milhões. No orçamento de 2014, eles haviam perdido, em média, R$ 9,38 milhões.
“O planejamento estava errado? Porque a inflação foi 5,91%. Houve aumento de 6% nos salários. Então, quer dizer, os insumos básicos não vão custar mais ? Os contratos de limpeza e manutenção não vão ficar mais caros? Ou as empresas são filantrópicas?”, questiona o vereador, da Comissão de Saúde.
Ao mesmo tempo, também na última semana, o Conselho Regional de Medicina do Rio divulgou imagens dramáticas feitas por profissionais do Salgado Filho. Um paciente aparece entubado sobre um balcão. Já no Souza Aguiar, o CTI Pediátrico foi fechado para obras. Mas, com seis leitos, continua equipado e preparado para atendimentos. Os profissionais dizem que há falta de médicos no setor.
O Cremerj denunciou a situação dos hospitais ao Ministério Público. “A maior carência é de profissionais. O corte vai piorar a situação quando os recursos eram ainda mais necessários. As unidades básicas evitam que as emergências fiquem lotadas. Desse jeito, as pessoas vão seguir sobrecarregando os hospitais”, observa Sidnei Ferreira, presidente do Cremerj.

De 2013 para 2014, redução chega a R$ 456 milhões
O corte nas verbas da Secretaria de Saúde está ocorrendo desde o ano passado. De 2013 para 2014, houve redução de R$ 456 milhões no orçamento da secretaria. No ano passado, foram previstos R$ 4,58 bilhões, mas a prefeitura gastou apenas R$ 3,96 bilhões. Para este ano, o orçamento ficou em R$ 4,13 bilhões.
Nos últimos dois orçamentos, os quatro grandes hospitais também perderam, em média, R$ 9,38 milhões. E a situação difícil dos hospitais pode piorar em 2014. Os programas de Atenção Hospitalar e Reestruturação do Atendimento de Urgência e Emergência perderam, juntos, no corte desta semana outros R$ 43,35 milhões.

Fonte: Jornal O Dia

Mãe com filho desmaiado no colo implora por atendimento medico.

CENAS FORTES

Hospital Santo Antonio em Blumenau Santa Catarina nega atendimento médico de emergência a uma criança de 8 anos de idade. Dinheiro para estádios e infra estrutura para a Copa do Mundo não falta, enquanto isso o povo brasileiro sofre sem médicos nos hospitais públicos.

Até quando a grande mídia manipuladora continuará escondendo e acobertando esses políticos corruptos que visam apenas a realização do grande evento Copa do Mundo para roubar nosso dinheiro.

CENAS FORTES veja o vídeo aqui

Internet é coisa seria
Equipe Jornal Zona de Conflito Mídia Independente



Como criar uma capa da Veja!

quinta-feira, 13 de fevereiro de 2014

Tirem as suas Próprias Conclusões!

QUEM TEM MEDO DE MARCELO FREIXO?

Estamos vendo um movimento sincronizado entre mídia e setores políticos saudosos dos tempos de AI-5, que tentam se aproveitar da comoção popular para pintar manifestantes de terroristas. Querem garantir a festa da FIFA. Até aí, já estava tudo previsto na cartilha do velho jornalismo; mas eis que o Globo, sagaz, começa uma campanha difamatória em editoriais e manchetes tentando ligar o Deputado Marcelo Freixo à morte de Santiago e ao Black Bloc. Por que ele?

Dois anos atrás, nas eleições municipais do Rio de Janeiro, Freixo já denunciava o rumo que a cidade iria tomar no projeto encabeçado por Eduardo Paes: o Rio se tornaria um balcão de negócios, onde os interesses especulativos se sobreporiam aos interesses da população, parte da cidade seria negociada para os grandes empresários e os obstáculos ao lucro seriam atropelados, justificando toda a bárbarie com a Copa e os Jogos Olímpicos. Não deu outra. Processos acelerados de remoção compulsória, Porto Maravilha, trânsito caótico, desrespeito aos direitos humanos e aos povos tradicionais, truculência, cinismo.

Em sua campanha de 2012, Freixo apostou nas redes e nas ruas, sem doações de empreiteiras e grandes empresários, sem campanhas milionárias na mídia e sem coligação com partidos políticos, conseguiu 30% dos votos. Mas sua vitória foi muito maior: mostrou que é possível quebrar o ciclo econômico da política, em que empresários doam milhões a candidatos, que gastam em publicidade com os barões das agências e produtoras, e lucram ainda mais em processos de licitações fraudulentas. Apostando nas pessoas, Freixo comprovou que existem alternativas à velha política.

Vamos para as ligações: o advogado do suspeito, Jonas Tadeu, defendeu milicianos, que por sua vez eram ligados a Sergio Cabral. A polícia conduz as investigações às escuras e a narrativa construída deixa ainda muitas dúvidas. O Secretário de Segurança José Mariano Beltrame propõe lei que tipifica manifestantes como terroristas. A Globo faz uma campanha criminosa, que evidencia seus interesses e o mau jornalismo praticado pela empresa. Quem eles atacam? A voz que denuncia, há anos, a promiscuidade entre mídia, poder e polícia.

Mas isso, por si só, não responde a provocação desse texto. O que eles temem, afinal? Com a explosão de manifestações que começaram em 2013, as redes e as ruas se estabeleceram como canal de questionamento e de construção de contra-narrativas à verdade hegemônica. A inteligência coletiva começou a disputar com o Jornal Nacional as pautas do país e inseriu um novo ator político na jogada: o interesse público. Quem melhor dialoga com o novo? A Globo? O Governo? A FIFA? Um estagiário me disse que o que eles temem é que, de pergunta em pergunta, de ligação em ligação, comecemos a encontrar as respostas.

#temostodosligaçãocomfreixo

Caio Hungria / Midia NINJA

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

“Justiceiros” que amarraram jovem em poste têm longa ficha criminal

Justiceiros que torturaram e amarraram jovem nu a um poste são acusados de estupro, lesão corporal, furto em um condomínio, ameaça e uso de drogas

A Polícia Civil identificou dois dos suspeitos de ter torturado e amarrado um jovem nu a um poste na Avenida Oswaldo Cruz, no Flamengo.

Os dois suspeitos têm antecedentes criminais. João Vitor é acusado de estupro, lesão corporal, furto em um condomínio e ameaça. Raphael responde por uso de drogas e por recusa ao serviço eleitoral. Testemunhas afirmam que o espancamento foi feito por 30 pessoas.

O jornalista Fernando Brito, do Tijolaço, comentou o caso. Leia abaixo:

“Anjos-linchadores” de Sheherazade têm ficha criminal. A senhora quer adotar um deles?
Então quer dizer que, cansados da inação do Estado, 30 legítimos representantes da sociedade “civilizada” saíram de moto, com porretes e correntes, para restabelecer o “clima de paz e tranquilidade” nas ruas do Flamengo, no Rio de Janeiro.
Iam pelas ruas, segundo a D. Raquel Sheherazade, aplicar o artigo do Código de Processo Penal e prender criminosos em flagrante delito, para conduzi-los à autoridade policial incompetente, que não cumpria o seu dever de detê-los?

Polícia Civil identificou dois “justiceiros” suspeitos de torturar e acorrentar um jovem nu a um poste. Criminosos foram defendidos pela jornalista do SBT, Rachel Sheherazade (Edição: Pragmatismo)

Eram todos rapazes de bem, trabalhadores que, depois de uma dura jornada de trabalho, abandonavam a tranquilidade de seus lares para, em nome de sua pujante humanidade, enfrentar corajosamente a marginalidade.
E veja que eram apenas 30, contra três rapazotes de 15 ou 16 anos, perceba que coragem!

Agora, começamos a conhecer a identidade destes “bibelôs”.

Dois foram identificados. Ambos têm ficha criminal.
Um deles por acusação de estupro, lesão corporal, furto e ameaça.
Está, D. Raquel, para usar suas próprias palavras na TV, “mais sujo do que pau de galinheiro”.
A senhora fica chateada se eu lhe der o mesmo conselho que a sua turma dá a quem defende que o ser humano não é para ser acorrentado nu a um poste?

Por que a senhora não o adota?
Quem sabe assim a senhora não ganha o seu Justin Bieber privê, apenas um menino com quem se tem de “pegar leve”?

com informações da Polícia Civil-RJ

Fonte: Blog Pragmatismo

domingo, 9 de fevereiro de 2014

Polícia é responsável por 75% das agressões a jornalistas, revela levantamento da Abraji

Publicado em Terça, 29 Outubro 2013 10:41
Escrito por Redação Comunique-se

Agentes da Força Nacional e policiais são responsáveis por 75,5% das agressões contra jornalistas durante a cobertura de manifestações e protestos no país. O dado é resultado de levantamento da Associação Brasileia de Jornalismo Investigativo (Abraji), que contabilizou pelo menos 102 casos de violência até o momento.


Violência contra jornalistas foi debatida em evento nessa segunda-feira, 28 (Imagem: Rodrigo Paiva)
O assunto foi abordado na tarde de segunda-feira, 28, durante manifestação contra agressões a jornalistas, em São Paulo. O ato reuniu profissionais da imprensa na praça Roosevelt, no centro da cidade. Segundo as informações, de todos os casos de violência, 77 partiram da polícia. Outros 25 episódios são de responsabilidade dos manifestantes.

Presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, Guto Camargo comentou na ocasião que "desde a ditadura não acontecem tantos atos contra jornalistas. A agressão pelo Estado não pode ser tolerada porque é obrigação dele proteger o trabalho do jornalista".

Secretário da Associação dos Repórteres Fotográficos de São Paulo (Arfoc) e Adriano Lima, que foi ferido na manifestação de semana passada, afirmaram que é preciso ter melhor identificação à imprensa e defenderam a realização de treinamentos para jornalistas e policiais. A planilha com todas as informações sobre profissionais atingidos durante as coberturas pode ser vista abaixo!

Brasília (DF) Ricardo Marques Agredido por policiais com spray de pimenta; chegou a desmaiar, e teve uma das câmeras furtada Metro 7-set
Brasília (DF) Ueslei Marcelino Torceu o joelho ao ser perseguido por cães da PM Reuters 7-set
Manaus (AM) Camila Henriques Agredida por manifestantes G1 Amazonas 7-set
Manaus (AM) Izinha Toscano Agredida por manifestantes Portal Amazônia 7-set
Rio de Janeiro (RJ) Júlio Molica Agredido por policiais com spray de pimenta Globo News 7-set
Rio de Janeiro (RJ) Júlio Molica Agredido por manifestantes Globo News 7-set
Rio de Janeiro (RJ) Marcos Paula Agredido por policiais com bomba de efeito moral O Estado de S.Paulo 7-set
Rio de Janeiro (RJ) Paulo Araújo Agredido por policiais O Dia 7-set
Rio de Janeiro (RJ) Alessandro Costa Agredido por policiais O Dia 7-set
São Paulo (SP) Tércio Teixeira Atingido por estilhaço de bala disparada ao chão por PM cercado por manifestantes Folha de S.Paulo 7-set
Rio de Janeiro (RJ) Marcela Lemos Agredido por manifestantes Rádio CBN 1-out
Rio de Janeiro (RJ) Pablo Jacob Agredido por policiais O Globo 15-out
São Paulo (SP) Guilherme Kástner Agredido por PMs com cassetete e pelas costas Metronews 15-out
São Paulo (SP) Yan Boechat Agredido por policiais com cassetete Freelancer 15-out
Rio de Janeiro (RJ) Carlos Wrede Agredido por manifestantes na porta de Bangu O Dia 18-out
Rio de Janeiro (RJ) Pablo Jacob Agredido por manifestantes na porta de Bangu O Globo 18-out
Rio de Janeiro (RJ) Luiz Roberto Lima Agredido por manifestantes na porta de Bangu Jornal do Brasil 18-out
São Paulo (SP) Tatiana Farah Agredida por policiais com dois disparos de bala de borracha (contra o rosto e costelas) O Globo 19-out
São Paulo (SP) Alex Falcão Agredido por policiais com disparos de bala de borracha Futura Press 19-out
Rio de Janeiro (RJ) Pablo Jacob Agredido por policiais com tiro de bala de borracha (raspão) O Globo 21-out
Rio de Janeiro (RJ) Gustavo Oliveira Agredido por manifestantes com pedrada num dos braços Demotix 21-out
Rio de Janeiro (RJ) Aline Pacheco Agredida por manifestantes com um soco nas costas TV Record 21-out
Rio de Janeiro (RJ) Marco Mota Agredido por policiais com tiro de bala de borracha TV Brasil 21-out
São Paulo (SP) Marlene Bergamo Agredida pela Polícia Militar Folha de S.Paulo 21-out
São Paulo (SP) Nelson Antoine Hostilizado pela Polícia Militar Foto Arena 21-out
São Paulo (SP) Gabriela Biló Agredida por policiais com golpes de cassetete Futura Press 21-out
São Paulo (SP) Mauro Donato Agredido por policiais com golpes de cassetete Diário do Centro do Mundo 21-out
São Paulo (SP) Adriano Lima Agredido pela PM com bala de borracha na testa Brazil Press 21-out


sábado, 8 de fevereiro de 2014

Tudo culpa da PMERJ

Circula na internet essa imagem abaixo de um PM soltando um rojão durante manifestações....não temos como dizer que foi tirada no ultimo protesto porem se a PM é capaz disso....não duvido que ela seja responsável pelo que aconteceu com o repórter mesmo tendo um mané ido até a delegacia assumir a culpa.


Jornal Zona de Conflito Mídia Independente
URGENTE URGENTE

Soldado da PM lança rojão contra manifestantes.

Quem ainda tem duvidas que a ação da PMERJ foi completamente desproporcional e sem controle com um único objetivo que é denigrir o movimento popular.

Até quando a grande mídia fascista vai acobertar os erros dessa policia falida?



Blog de apoio à Polícia Militar faz ameaças a humorista Fábio Porchat

ESSA É A NOSSA POLICIA MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO!!

A página de apoio à PM ameaçou o humorista Foto: Reprodução

O Blog do Soldado, página não oficial de apoio à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, postou, na última quarta-feira, uma crítica ao vídeo “Dura”, do canal Porta dos Fundos, e ao humorista Fábio Porchat, roteirista e ator da esquete. Divulgada na segunda, a encenação mostra uma dupla de cidadãos comuns dando uma dura em dois policiais e brinca com clichês associados à corporação. Na crítica do blog — que não está assinada — queixa-se da generalização da classe e ameaça: “Você, Fábio Porchat, merece ter sua carinha totalmente furada por tiros de fuzil, para aprender a respeitar os milhares de homens e mulheres que compõem a tropa da PM”.
O texto, que foi editado para cortar trechos mais agressivos, segue com agressões e ameaças: “Seu playboyzinho maconheiro!”, “Não estamos incitando a violência, mas bem que esse Fábio Porchat deveria pagar caro por esta humilhação” e “Vai pagar caro por isso! Alô, poliçada militar!! Temos mais um inimigo declarado e que fez questão de mostrar isso. O que um filho da puta como esse merece?”.
No vídeo, os cidadãos revistam os policiais militares, tentam extorqui-los, xingam e chegam a dar um tapa na cara em um deles. Os policiais, acuados, respodem a tudo com medo e obedecem os civis.
A Políia Militar ainda não se pronunciou sobre o tema e a assessoria de imprensa do ator Fábio Porchat preferiu não comentar o assunto.

Fonte: Extra Online

Veja o vídeo que o humorista Fabio Porchat mostra a verdade, a realidade em que cidadãos comum sofrem em abordagens praticadas pela Policia Militar do Estado do Rio de Janeiro....só quem passou por isso sabe o quanto real é esse vídeo.