domingo, 17 de julho de 2022

Príncipe de Astúrias: conheça a história do 'Titanic brasileiro', que naufragou na costa de Ilhabela, SP

 Transatlântico afundou em 1916, depois de bater em uma barreira de corais submersos da Ponta da Pirabura; dos 654 tripulantes, 477 morreram quando navio afundou. No entanto, número de corpos encontrados no litoral paulista originou suspeita de que refugiados clandestinos


Viajem inaugural do navio Príncipe de Astúrias, em 1914. — Foto: Acervo O Globo


Na madrugada do dia 5 de março de 1916, o transatlântico Príncipe de Astúrias passava pela costa de Ilhabela em direção ao Porto de Santos, no litoral paulista. Era uma segunda-feira de carnaval e os tripulantes dançavam marchinhas no salão de baile do navio, quando a embarcação mudou de direção e se chocou contra uma barreira de corais na Ponta da Pirabura. Assim começa o maior naufrágio de que se tem conhecimento na costa brasileira.

O navio foi construído em 1914, na Escócia, sob encomenda de uma companhia espanhola. O transatlântico contava com uma estrutura de duplo casco, assim como a utilizada no Titanic e por isso inspira comparações. Na época essa tecnologia era conhecida por ser segura e ajudar a tornar a viagem mais rápida.

O Príncipe das Astúrias operava de forma mista, levando tanto pessoas quanto cargas. A estrutura tinha três classes com diferentes acomodações, comportando 1.890 pessoas - entre tripulantes e passageiros.

“A rota de travessia do Atlântico durava cerca de 30 dias, saindo de Barcelona e escalando em Cadiz e Las Palmas na Espanha, Canárias, além do Rio de Janeiro e Santos, no Brasil, Montevidéu, no Uruguai, antes de chegar a Buenos Aires”, explica o historiador Fernando Alves.
O transatlântico chegou a concluir seis viagens entre Barcelona e Buenos Aires e estava na sétima travessia quando naufragou.


Hall de um dos andares do navio Príncipe de Astúrias — Foto: Acervo O Globo

Período histórico


“Durante esse período, houve um declínio da Europa, com desemprego, fome e miséria. Essa instabilidade política e social favoreceu o surgimento de regimes totalitários. Diante dessa questão é que se constata o número significativo de tripulantes no porão da embarcação, fugindo da Primeira Guerra Mundial”, conta o historiador.
Com a fuga da Europa, todas as classes dos navios na época saíam completamente cheias dos portos, porém, nem a capacidade total era suficiente para comportar todos que tentavam embarcar.

Oficialmente, em sua última viagem, o Príncipe de Astúrias transportava 654 passageiros. Entretanto, muitos estudiosos acreditam que havia pessoas viajando junto às cargas no porão, de forma clandestina, em uma tentativa desesperada para sair dos países em guerra.

Estima-se que no total, pelo menos 1 mil pessoas estavam no navio durante o naufrágio.

Cargas Misteriosas


Sendo um navio misto, todo o tipo de carga podia ser encontrada em seus porões, mas em sua última viagem, itens curiosos estavam sendo transportados.

Entre eles, 12 estátuas que haviam sido encomendadas pela Espanha para serem colocadas no Parque Palermo, em Bueno Aires, como parte do monumento “la Carta Magna y las Cuatro Regiones Argentinas” - inaugurado em comemoração aos 90 anos da independência da Argentina. As peças foram feitas de bronze e custaram 40 mil libras-ouro no total, um valor expressivo na época.


Estátua encontrada depois do naufrágio do navio Príncipe de Astúrias — Foto: Reprodução

Em 1990, uma das estátuas foi encontrada por mergulhadores e atualmente está exposta no Serviço de Documentação Geral da Marinha, no Primeiro Distrito Naval, no Rio de Janeiro. Das outras 11, somente pedaços foram recuperados.

Além das estátuas que têm registros oficiais, houve boatos de que 11 toneladas de ouro estariam sendo transportadas na embarcação, porém a suposta carga preciosa nunca teve uma comprovação.

Diário do Naufrágio


As quatro horas da manhã do dia cinco de março de 1916, 16 dias após sua partida de Barcelona, uma forte chuva caía no Litoral Norte, deixando a visibilidade extremamente baixa até mesmo para o experiente capitão José Lotina.


Capitão do navio Príncipe de Astúrias, José Lotina — Foto: Créditos: acervo/divulgação

Não houve outra alternativa a não ser mudar a rota que seguiam. Em vez de continuar em mar aberto em direção a cidade de Santos, fizeram um desvio para a parte rasa, sem saber que estavam entrando em uma área de corais.

Os tripulantes não tiveram tempo de fazer nada: o navio bateu contra a parte dos corais submersos da Ponta da Pirabura, na costa de Ilhabela, abrindo uma enorme fenda de pelo menos 40 metros no casco. O que aconteceu depois do impacto é incerto.

Sobreviventes chegaram a relatar que a água começou a invadir a sala de máquinas e duas das caldeiras explodiram. Muitas pessoas morreram de imediato e várias outras morreram ao serem tragadas para o fundo do mar, por causa da sucção gerada pela pressão. O corpo de José Lotina nunca foi encontrado, assim como o de seu primeiro oficial, Antônio Salazar Linas.

Depois da explosão, a embarcação se partiu em três pedaços e em menos de cinco minutos, o Príncipe de Astúrias estava completamente no fundo do mar.



Escada do navio príncipe de Astúrias — Foto: Acervo Globo

Resgate


Algum tempo depois do naufrágio, o navio inglês Vegas, que fazia a mesma rota em direção a Santos, percebeu que algo estava acontecendo próximo à costa de Ilhabela e se aproximou do local.

O transatlântico ajudou no resgate de alguns sobreviventes, que conseguiram nadar ou se seguraram em algum tipo de objeto até se salvarem. Além de sobreviventes, alguns corpos foram recolhidos do mar pela tripulação.

“Os corpos se espalharam pelo Litoral Norte e quando encontrados, foram enterrados nas praias. Cerca de 600 pessoas foram enterradas na praia da Serraria em Ilhabela e 300 em Castelhanos”, conta Fernando Alves sobre as vítimas do navio.

Além das praias da Serraria e Castelhanos, a Praia da Caveira, que antes não tinha esse nome, serviu de cemitério para as vítimas da tragédia. Até os dias de hoje, estes locais são cercados de lendas sobre o caso.


Ponta da Pirabura em Ilhabela, onde o navio Príncipe de Astúrias naufragou — Foto: Reprodução

 Entre os 654 passageiros registrados oficialmente , 477 morreram no naufrágio. Nunca foi provada a existência de hóspedes clandestinos, mas o número de sepulturas encontradas nas praias totalizam mais de mil, quantidade que não se encaixa no número total de pessoas que estavam a bordo do Príncipe das Astúrias.

Os destroços do navio estão a 30 metros de profundidade, ao lado da Ponta da Pirabura. Para não prejudicar a passagem de embarcações pelo local, em 1989 os pedaços restantes da embarcação foram dinamitados.

O mergulhador e arqueólogo marítimo, Jeannis Platon, realizou expedições durante 17 anos ao navio, em busca de relíquias perdidas em meio aos destroços.

Em uma entrevista concedida ao g1 em 2016, quando o naufrágio completou 100 anos, o mergulhador contou que o local onde os destroços se encontram é exposto a fortes correntes marítimas além de pouca visibilidade devido à movimentação da água que fica turva com a areia e com as partículas de ferrugem vindas das ferragens do navio.


Jornais da época divulgaram o maior naufrágio na costa brasileira — Foto: Reprodução/Blog Jeannis Platon

Algumas relíquias do transatlântico foram recuperadas pelos mergulhadores ao longo dos anos, além de artefatos encontrados na época do naufrágio por moradores da ilha. Talheres e pratos utilizados pelos hospedes a bordo e até mesmo bonecas de meninas que estavam viajando foram resgatados do fundo do mar.


Boneca encontrada entre as relíquias do navio Príncipe de Astúrias — Foto: Créditos: acervo Globo


Fonte: g1 Vale do Paraíba e Região

segunda-feira, 4 de julho de 2022

Os benefícios surpreendentes dos dedos enrugados na água

 Estudos apontam que os seres humanos podem ter evoluído para enrugar os dedos das mãos e dos pés, em algum momento da história.


Até agora, foi encontrado apenas um outro primata com dedos que ficam enrugados quando mergulhados na água: o macaco-japonês — Foto: Getty Images via BBC


A pele da ponta dos nossos dedos fica enrugada como uma ameixa seca quando os mergulhamos por alguns minutos na água. Seria uma adaptação evolutiva? E o que isso pode revelar sobre a nossa saúde hoje em dia?

Basta ficar mais que alguns minutos mergulhado em uma banheira ou nadando em uma piscina para que os nossos dedos passem por uma transformação dramática. Onde antes havia as delicadas espirais da epiderme levemente ondulada, agora temos dobras inchadas de pele feia e enrugada.

Essa impressionante mudança é familiar, mas também desconcertante. Afinal, apenas a pele dos dedos das mãos e dos pés fica enrugada quando imersa na água, enquanto outras partes do corpo, como os antebraços, o tórax, as pernas e o rosto, permanecem com a mesma aparência de antes de serem submersos.

Esse enrugamento da pele dos dedos causado pela água foi objeto de pesquisa dos cientistas por décadas. A maioria deles não entendia o que gerava esse fenômeno. Até agora.

Recentemente, pesquisadores encontraram novas respostas sobre a causa e o possível propósito desse processo.

Mas talvez o mais intrigante ainda seja o que os dedos enrugados podem revelar sobre a nossa saúde.

O mecanismo


Leva cerca de 3,5 minutos em água morna — a temperatura considerada ideal é 40 °C — para que as pontas dos nossos dedos comecem a se enrugar. Já em temperaturas mais baixas, de cerca de 20 °C, pode levar até 10 minutos. Mas a maioria dos estudos concluiu que são necessários cerca de 30 minutos na água para atingir o enrugamento máximo.

Costumava-se acreditar que o enrugamento da ponta dos dedos fosse uma reação passiva, na qual as camadas superiores da pele inchavam enquanto a água invadia as células em um processo conhecido como osmose. Nele, as moléculas de água movem-se através de uma membrana para equalizar a concentração das soluções de cada lado.

Mas, em 1935, cientistas suspeitaram que o processo deveria ser mais complexo. Foi quando médicos que estudavam pacientes lesionados que haviam rompido o nervo mediano — um dos principais nervos que correm pelo braço até a mão — descobriram que seus dedos não se enrugavam.

Entre outras funções, o nervo mediano ajuda a controlar as chamadas atividades simpáticas (do sistema nervoso simpático), como o suor e a constrição dos vasos sanguíneos. Essa descoberta sugeriu que o enrugamento das pontas dos dedos induzido pela água, na verdade, é controlado pelo sistema nervoso.

Estudos médicos posteriores nos anos 1970 forneceram mais evidências sobre esse processo e propuseram a imersão das mãos na água como um experimento para determinar lesões nervosas que possam afetar a regulagem de processos inconscientes, como o fluxo sanguíneo.

Até que, em 2003, os neurologistas Einar Wilder-Smith e Adeline Chow, que na época trabalhavam no Hospital da Universidade Nacional de Singapura, mediram a circulação sanguínea nas mãos de voluntários enquanto as mergulhavam na água. 

Eles concluíram que, à medida que a pele das pontas dos dedos dos voluntários começava a enrugar-se, havia uma queda significativa do fluxo sanguíneo nos dedos.

E, ao aplicar um creme anestésico local que causava a constrição temporária dos vasos sanguíneos dos dedos de voluntários saudáveis, os médicos concluíram que ele produzia níveis de enrugamento similares à imersão na água.

"Isso faz sentido quando você olha para os seus dedos enrugados", afirma Nick Davis, neurocientista e psicólogo da Universidade Metropolitana de Manchester, no Reino Unido, que estudou o enrugamento da ponta dos dedos. "As almofadas dos dedos ficam pálidas porque o fluxo sanguíneo está sendo restringido na superfície."

Wilder-Smith e seus colegas imaginaram que, quando as mãos são imersas na água, os dutos de suor nos nossos dedos se abrem para permitir a entrada de água, o que gera desequilíbrio dos sais da pele. 

Essa alteração dos sais aciona as fibras nervosas dos dedos, causando a constrição dos vasos sanguíneos em volta dos dutos de suor. Isso, por sua vez, causa perda de volume na região carnosa da ponta do dedo, que puxa para baixo a pele da superfície que então se distorce, criando rugas.

O padrão das rugas depende da forma em que a camada mais exterior da pele — a epiderme — é fixada às camadas abaixo dela.

Também surgiram indicações de que as camadas externas da pele podem inchar um pouco para aumentar a formação de rugas. Mas, somente por osmose, nossa pele precisaria inchar em cerca de 20% para atingir as rugas que vemos os nossos dedos, o que as aumentaria de forma descomunal.

O que ocorre é que, quando as camadas superiores da pele ficam levemente inchadas e os níveis inferiores se contraem ao mesmo tempo, as rugas ficam pronunciadas com muito mais rapidez, segundo Pablo Saez Viñas, engenheiro de biomecânica da Universidade Técnica da Catalunha, na Espanha, que usou modelos computadorizados para examinar o mecanismo.

"Você precisa dos dois fatores para ter níveis normais de enrugamento", segundo ele. "Se você não tiver essa reação neurológica, como acontece em alguns indivíduos, as rugas não aparecem."

Mas, se o enrugamento é controlado pelos nossos nervos, isso significa que o nosso corpo reage ativamente à imersão em água.

"O que quer dizer que isso acontece por alguma razão", segundo Davis. "E que pode estar nos dando alguma vantagem."

Vantagem


Uma pergunta de um dos seus filhos na hora do banho — por que os dedos ficam enrugados — levou Davis a pesquisar recentemente qual poderia ser essa vantagem.

Com a ajuda de 500 voluntários que visitaram o Museu de Ciências de Londres em 2020, Davis mediu quanta força era necessária para que eles segurassem um objeto de plástico.

Talvez conforme o esperado, aqueles que estavam com as mãos secas e sem rugas precisaram usar menos força que as pessoas com as mãos molhadas - logo, sua aderência sobre o objeto era melhor.

Mas, quando eles mergulharam suas mãos na água por alguns minutos para que suas mãos ficassem enrugadas, a força de preensão necessária caiu entre os dois grupos, mesmo se as suas mãos ainda estivessem molhadas.

"O resultado foi surpreendentemente claro", explica Davis. "As rugas aumentaram a fricção entre os dedos e o objeto. O que foi particularmente interessante é que os nossos dedos são sensíveis a essa mudança da fricção superficial e nós usamos essa informação para aplicar menos força para segurar um objeto com segurança."

O objeto que os voluntários de Davis estavam segurando pesava menos que um par de moedas, de forma que a aderência necessária era pequena. Mas, para realizar tarefas mais difíceis em ambientes úmidos, essa diferença de fricção pode ganhar importância.

"Se você não precisa pressionar um objeto com tanta força para segurá-lo, os músculos das suas mãos ficam menos cansados e você pode segurar por mais tempo", explica ele.

Suas descobertas coincidem com as de outros pesquisadores que descobriram que o enrugamento das pontas dos nossos dedos facilita o manuseio de objetos molhados.

Em 2013, uma equipe de neurocientistas da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, pediu aos voluntários que transferissem bolas de gude de diversos tamanhos e pesos de pesca de um recipiente para outro. Em um dos casos, os objetos estavam secos e, no outro, eles estavam no fundo de um recipiente cheio de água.

Os participantes levaram 17% mais tempo para transferir os objetos submersos com dedos sem rugas que os objetos secos. Mas, quando seus dedos ficaram enrugados, eles conseguiram transferir as bolinhas e os pesos submersos 12% mais rápido que com seus dedos molhados e não enrugados. Interessante notar que não houve diferença na transferência dos objetos secos com dedos enrugados ou sem rugas.

Alguns cientistas sugeriram que as rugas nas pontas dos nossos dedos podem funcionar como as bandas de chuva dos pneus ou como as solas dos sapatos. Os canais produzidos pelas rugas ajudam a retirar a água do ponto de contato entre os dedos e o objeto.

Isso indica que os seres humanos podem ter evoluído para enrugar os dedos das mãos e dos pés em algum momento da história para nos ajudar a segurar objetos e andar sobre superfícies úmidas.

"Como as rugas parecem fornecer melhor aderência debaixo d'água, eu consideraria alguma relação com a locomoção em condições muito úmidas ou possivelmente com o manuseio de objetos debaixo d'água", afirma Tom Smulders, neurocientista evolutivo da Universidade de Newcastle, que liderou o estudo de 2013.

As rugas podem ter dado aos nossos ancestrais uma vantagem fundamental para andar sobre pedras molhadas ou segurar-se em galhos, por exemplo. Ou pode ter nos ajudado a pegar ou coletar alimentos como mariscos.

"No segundo caso, isso indicaria que é algo exclusivo dos seres humanos, mas, no primeiro caso, esperaríamos que isso acontecesse também em outros primatas", afirma Smulders.

Ainda não foi observado enrugamento dos dedos nos nossos parentes primatas mais próximos, como os chimpanzés, mas já se verificou que os dedos dos macacos-japoneses — conhecidos por ficarem por longos períodos na água quente — também ficam enrugados depois de submersos na água.

Mas a falta de evidências em outros primatas não significa que o enrugamento não acontece. Pode ser simplesmente que ninguém ainda tenha observado o suficiente, segundo Smulders. Na verdade, "nós ainda não sabemos a resposta a essa pergunta."


Existem outras indicações interessantes sobre quando essa adaptação pode ter aparecido na nossa espécie. O enrugamento da ponta dos dedos é menos pronunciado na água salgada e leva mais tempo para aparecer que na água doce, por exemplo.

Isso provavelmente acontece porque a variação do nível de sal entre a pele e o ambiente ao seu redor é menor na água salgada, de forma que o desequilíbrio de sal que aciona as fibras nervosas é menos acentuado.

Por isso, essa adaptação pode ter ajudado nossos ancestrais a viver em ambientes de água doce e não ao longo do litoral.

Mas não há respostas definitivas e algumas pessoas acreditam que essa reação fisiológica pode ser apenas uma coincidência, sem função adaptativa.

Fonte: G1 Saúde/BBC

quinta-feira, 26 de maio de 2022

Agora a Nasa vem: Fusca Duas Caras faz brasileiro sempre andar para frente

Para a frente é que se anda, diz o velho ditado. Esse é exatamente o conceito de um Volkswagen Fusca transformado, que traz duas dianteiras e quatro portas e pertence a um colecionador anônimo de Balneário Camboriú (SC).

Construído em uma oficina de Poços de Caldas (MG), o Fusca Duas Caras intriga motoristas e é mais um exemplo da criatividade sem limites dos brasileiros, que merece ser estudada por cientistas da Nasa, a agência espacial dos Estados Unidos.


Imagem: Arquivo pessoal

O projeto foi feito sob encomenda e combinou a carroceria de um Fusca 1974 com a carcaça de um doador. Sua construção foi concluída em julho do ano passado, após cerca de oito meses de muito trabalho.

Quem conta os detalhes é David Junio Wiermann, 42 anos, sócio de José de Almeida Wiermann, 72, seu pai, na oficina Wiermann Garage - especializada na transformação de Fuscas e na restauração de VW Kombis para exportação.

"Nosso cliente viu um carro similar no Brasil e fez a encomenda conosco. Meu pai comandou a execução de todo o projeto", diz David.

Ele explica que o veículo, basicamente, reproduz na parte traseira a frente, de forma simétrica.

Traseira da cabine tem painel e volante 'fake'


Um dos lados da cabine tem volante, painel e alavanca de câmbio, mas itens estão desconectados
Imagem: Arquivo pessoal


A dianteira "falsa" contém o motor e o câmbio, como no Fusca de fábrica. Os faróis na parte de trás, por sua vez, têm lâmpada vermelha, assumindo a função que seria das lanternas.

"O carro anda normalmente em um lado, enquanto na outra extremidade do cockpit é tudo falso", revela David Wiermann.

Ou seja: apenas a dianteira original traz pedais, enquanto a "fake" repete painel, volante e alavanca de câmbio, cujo papel é estritamente estético nesse lado do veículo.

Ao mesmo tempo, cada dupla de bancos é voltada para o respectivo para-brisa, que tem limpadores nos dois lados - embora em apenas um os equipamentos sejam funcionais.

Interior do Fusca Duas Caras tem dois pares de bancos contrapostos e voltados para os dois para-brisas
Imagem: Arquivo pessoal


David destaca que o maior desafio dessa adaptação foi adequar todos os comandos ao alongamento do chassi - o comprimento do Fusca Duas Caras foi ampliado em cerca de 90 cm, enquanto propulsor e transmissão continuaram na parte de trás.

"Cabos de acelerador, freio de mão e embreagem, além do varão do câmbio e das tubulações de freio, também tiveram de ser alongados".

Ele acrescenta que o carro não teve a respectiva documentação alterada após as modificações, algo necessário para rodar em vias públicas, pois trata-se de um veículo feito para exposições.

Fusca com motor dianteiro? Propulsor e câmbio permanecem na traseira, só que 'disfarçada' de frente
Imagem: Arquivo pessoal


"Mesmo assim, fizemos o necessário para preservar a dirigibilidade normal".


UOL

Vejam mais fotos

Imagem: Arquivo pessoal

Imagem: Arquivo pessoal

Imagem: Arquivo pessoal

Imagem: Arquivo pessoal

Imagem: Arquivo pessoal

Imagem: Arquivo pessoal

Imagem: Arquivo pessoal

Imagem: Arquivo pessoal


quinta-feira, 19 de maio de 2022

Garrafas pet com água no portão. Você sabe para que serve?

 Se você passou por algum lugar e viu garrafas pets com água na calçada ou na frente do portão de residências não se assuste. Não se trata de simpatia ou coisa do tipo.


“Queria saber porque em algumas casas aqui no bairro alguns donos colocam essas garrafas no portão?" 

Esse foi o questionamento de um membro do grupo "Lá no Jurunas" sobre o uso do material pet cheio de água em frente a residências.

A curiosidade existe pelo fato de muitos moradores de Belém estarem aderindo a ideia como forma de proteção para calçadas e portões.

Umas das explicações dadas é que com a garrafa, animais como cães e gatos se afastem assim que percebam o objeto que reflete sua própria imagem.


Foto internet


Ao se aproximar do portão protegido pela garrafa o cão vê refletida sua imagem e se afasta. Por isso tem que ser garrafa transparente", comentou um dos membros do grupo.

Foto internet


Brincadeiras à parte, a resposta de outros membros não foge da ideia exposta anteriormente. 

Veja:

No entanto, apesar de muita gente garantir que o artifício dá certo, não existe comprovação científica da eficiência do método para afastar os animais e impedir que eles façam suas necessidades fisiológicas nas calçadas e portões.

Foto internet



quinta-feira, 12 de maio de 2022

Trabalhadora de supermercado revela estratégia sorrateira para se ‘vingar’ de clientes ‘grosseiros’

 Uma maneira sorrateira que os caixas podem se vingar de clientes “grosseiros”.


Imagem Ilustrativa (Reprodução Freepik - gpointstudio


Uma funcionária de um supermercado gerou polêmica depois de revelar “brincando” uma maneira sorrateira que os caixas podem se vingar de clientes “grosseiros”.

Compartilhando no TikTok, a trabalhadora postou imagens de si mesma pressionando as balanças de produtos no caixa, como detalhado pelo site 7NEWS.

A usuária do TikTok escreveu: “colocando minha mão na balança para adicionar peso extra às frutas e vegetais dos clientes rudes”.

Na legenda, a trabalhadora esclareceu: “Por questões legais, isso é uma piada”.

Segundo o site, um porta-voz da rede Woolworths disse que o supermercado está “analisando as circunstâncias” em torno do TikTok.

Mas, embora a usuária do TikTok não quisesse que seu vídeo fosse levado a sério, muitos funcionários do varejo admitiram realizar o ato.

Ainda de acordo com as informações, um porta-voz da rede de supermercado disse que o estabelecimento estava “preocupado” com o vídeo.

“Definimos posições claras para os membros de nossa equipe por meio de nosso Código de Conduta”, disse o porta-voz.

“Estamos preocupados em ver isso e analisaremos as circunstâncias em torno deste vídeo.”

Texto com informações do site 7NEWS

segunda-feira, 2 de maio de 2022

Idade de Tony Tornado impressiona público após apresentação no 'Caldeirão'

 

Imagem Reprodução Globo

Tony Tornado foi uma das atrações do "Caldeirão" exibido hoje pela TV Globo. O cantor emocionou o apresentador Marcos Mion durante a apresentação, mas um detalhe chamou a atenção do público. 

Após a apresentação, Mion destacou que o cantor já completou 91 anos. A informação impressionou as pessoas que acompanham o programa. 

"O homem está conservadíssimo", afirmou uma das pessoas que acompanharam o programa em postagem no Twitter. "Está mais inteiro do que eu com 29 anos", brincou outra na sequência. 

"Eu vejo muita luta e história olhando para você. Dar este espaço para você é mais do que uma honra. É uma obrigação", reforçou Mion ao homenagear o convidado.


quarta-feira, 13 de abril de 2022

Fique atento! Veja 10 sinais que podem indicar o começo de um câncer

Apesar de boa parte dos tumores não apresentar sintomas, mudanças no organismo devem ser investigadas para permitir o diagnóstico precoce

O câncer é uma doença cada vez mais comum, e quanto mais cedo for diagnosticado, maiores são as chances de o paciente se recuperar. Apesar de alguns tumores não apresentarem qualquer sintoma, o surgimento de um câncer pode causar mudanças no organismo.

Estar atento ao corpo é muito importante para a saúde como um todo e, em caso de câncer, é essencial para que seja feito um diagnóstico precoce. Veja 10 sintomas simples, mas que não devem ser ignorados:

1-  Perda de peso sem motivo

Emagrecer sem dieta, exercício ou explicação pode ser um dos primeiros sintomas de vários tipos de câncer, como de pâncreas, estômago, pulmão e esôfago.

2 – Inchaços e caroços que aparecem do nada

Qualquer mudança de textura na pele que surja sem motivo e não desapareça, principalmente no pescoço, axila, virilha, estômago, colo, seios e testículos, pode ser um sinal de crescimento de tumores.

3 – Tosse persistente

Apesar de ser um sintoma que pode ser confundido com muitas doenças (inclusive com a Covid-19), se a tosse durar mais de quatro semanas, é importante investigar com um médico para entender suas causas. Se a tosse for acompanhada de sangue e falta de ar, pode ser um sinal de câncer de pulmão.

4 – Mudanças em pintas

Mudanças no tamanho, formato ou cor de pintas que já existem devem acender um alerta — manchas que sangram, parecem cheias de líquido, ou que estejam descascando, precisam ser checadas por um dermatologista.

5 – Sangue na urina ou fezes

Pode ser um dos sinais de câncer de bexiga, rins ou de intestino. O sintoma, combinado com qualquer mudança na frequência das idas ao banheiro, ou constipação/diarreia além do normal, é uma indicação da necessidade de procurar um médico.

6 – Dor, vazamento ou dificuldades para urinar

Qualquer dificuldade na hora de urinar, incluindo vontade urgente no meio da noite ou dor, deve ser investigada. Em homens, os sinais podem ser indicativos de câncer de próstata. Outros sintomas que merecem atenção são dificuldade de ereção, dor no reto e na região lombar.

7 – Dor inesperada

Alguns tumores podem pressionar ossos, nervos e outros órgãos, causando dor. Dores que são inesperadas, durem mais de quatro semanas, ou que seja intermitente, podem ser um sinal do desenvolvimento de câncer.

8 – Azia recorrente e forte

Casos de azia que acontecem com frequência, resultam em dor e demoram a passar podem indicar uma série de doenças, inclusive câncer de estômago ou garganta.

9 – Dificuldade para engolir

A sensação de uma bola na garganta, que dificulta a deglutição, é um dos principais sintomas de câncer de esôfago.

10 – Suor noturno forte

O sinal pode estar associado a linfomas, um tipo de câncer no sistema linfático.

sexta-feira, 25 de março de 2022

Crise dos 5 ou 6 meses do bebê

 

Foto: Internet

Saiba como lidar com a crise da formação do triângulo familiar que afeta os bebês


Uma das crises pelas quais o bebê passa ocorre por volta dos cinco ou seis meses de vida e se chama crise da formação do triângulo familiar. “Desde seu nascimento, mãe e filho relacionam-se como um só indivíduo, permanecendo esta relação chamada de ‘simbiótica’. A partir do terceiro mês, o bebê diferencia os rostos, mas ainda não é capaz de reconhecer que a mãe é diferente dele próprio. O triângulo familiar surge quando a criança reconhece que não é mais um ser unido à mãe, existindo, a partir desse momento, um terceiro que também cuida dela e a ama: o papai”, explica a médica de família Ana Paula Lemes Martins Marcolino, membro da Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade (SBMFC).

Esta nova percepção pode causar algumas mudanças no comportamento do bebê. “Após essa formação diferente, o bebê começa a sentir-se ansioso, como se tivesse medo de não mais voltar a ser unido à mãe, e pode tornar-se choroso e angustiado”, afirma Marcolino.

Porém, não é preciso ficar preocupada, essa crise faz parte do crescimento psíquico do bebê. “Pelo contrário: é extremamente saudável. A criança pode apresentar uns sintomas de que está se ajustando a essa nova forma de ver o mundo: apresenta choro, pode dormir um pouco mal, querer ficar mais no colo da mãe, ao mesmo tempo que procura o pai. Talvez apresente até sintomas físicos como um resfriado comum”, diz Marcolino.

Como lidar com a crise


Primeiro, é preciso saber que essa crise é normal e que vai passar. “Quanto melhor os pais lidarem com essas fases, melhor desenvolvimento psíquico a criança terá. Agir com naturalidade, oferecer amor através de gestos e oferecer tempo à criança, procurando o casal compartilhar os momentos. Deixar o afago e o carinho apenas à mãe pode não ajudar tanto”, explica Marcolino.

A atitude da mãe nesta fase é muito importante. “Neste momento a mãe passa a sentir-se menos ligada simbioticamente ao bebê e necessita dar o espaço a esse terceiro, geralmente o pai, na relação mãe-bebê”, orienta Marcolino.

A duração da crise é individual, pois cada ser humano é único, quanto melhor foi o desenrolar, mais rápida e tranquila será. A maioria demora de três a seis semanas.

quinta-feira, 24 de março de 2022

Como fazer ventilador gelar: uma ótima solução para quem quer economizar na conta de luz e manter o ambiente refrescante

 Com produtos caseiros é possível manter o ambiente fresco mesmo no verão


Fonte: Canva Pro


Com o verão surge também aquele calorão que torna quase impossível ficar em casa sem um aparelho para amenizar a temperatura. Todavia, você pode refrigerar o ambiente usando apenas aquele ventilador comum que tem em casa. Quer saber como? Continue aqui, e aprenda como fazer ventilador gelar de uma forma incrivelmente prática.

Antes de tudo, por vivermos em um país de clima tropical, o calor é uma realidade constante em praticamente todo o Brasil. Portanto, utilizar métodos que reduzam as temperaturas, sobretudo saber como fazer ventilador gelar, são atitudes bastante eficazes para garantir o bem-estar.

Como fazer ventilador gelar


Fonte: Canva Pro


De modo geral, não há nenhum segredo quando o assunto é climatizar o ambiente apenas com um ventilador convencional. Contudo, para aplicar a técnica que trouxemos, serão necessárias duas garrafas pet (500 ml), presilhas ou fios de arame e cubos de gelo. Uma vez reunidos esses itens, basta seguir o passo a passo descrito abaixo para descobrir como fazer:

Em primeiro lugar, corte o fundo das duas garrafas e retire seus rótulos;
Em seguida, com o auxílio de um ferro quente, faça furos em volta da garrafa, preservando a parte do gargalo;
Depois, amarre as duas garrafas na parte traseira do ventilador, uma em cada lado do motor. Para isso, use as presilhas de plásticos ou fios de arame;
Uma vez que as garrafas estiverem seguramente fixadas, encha-as com os cubos de gelo;
Por fim, basta ligar o aparelho e aproveitar a brisa suave e geladinha que virá dele.

Saber como fazer ventilador gelar é mais simples do que você imaginava, não era? Agora, coloque em prática essa ideia e garanta suas noites de sono e tardes mais tranquilas em casa.

Como funciona o mecanismo


Resumidamente, o aparelho foi projetado para que suas pás “puxem” o ar do ambiente e criam uma corrente de vento com ele. Nesse sentido, as hélices lançam vento com a mesma temperatura do ambiente.

Partindo desse princípio, se o ar próximo às hélices é resfriado pelo gelo nas garrafas, consequentemente, o vento lançado no ambiente será gelado. Por último, agora que você sabe como fazer ventilador gelar, lembre-se de verificar as garrafas e esvaziá-las sempre que o gelo derreter. No mais, garanta o frescor e bem-estar na sua casa.

Folha Go

sábado, 19 de março de 2022

Cachorro surdo inventa uma forma própria de latir e encanta a internet

 Apesar de não fazer um som, Reese parece orgulhosa por ter descoberto uma maneira de chamar a atenção de seus tutores.


A família de Samantha adotou Reese há cerca de um mês e descobriu que ela era surda porque ela não respondia quando chamada (Foto: Instagram/Roxx.And.Reese)


Reese foi adotada no início de janeiro, por Samantha Ramos e seu marido. Embora eles tivessem experiência em criar seu outro cachorro, Roxx, ficou claro desde cedo que com Reese não seria a mesma coisa.

“Ela não parecia reagir a nada do que eu estava dizendo”, disse Ramos ao The Dodo. “Nós suspeitávamos que ela era surda. Eu a levei ao veterinário, e o veterinário a confirmou”.

Ramos ficou mais do que feliz em ajustar sua abordagem para acomodar a falta de audição do novo cachorrinho. Mas, quando se trata do básico de ser um cão, a doce Reese já ensinou a si mesma alguns truques únicos dela.

Certo dia, Samantha estava em casa com Reese e Roxx quando os dois cachorros começaram a brincar juntos. Roxx começou a ladrar amigavelmente para sua irmã mais nova – e Reese respondeu. A única diferença é que ela não fez realmente um som. Assim, a mulher decidiu fazer um vídeo mostrando o latido silencioso que Reese inventou.


Vídeo: TikTok


Apesar de não fazer um som, ela parece orgulhosa por ter descoberto uma maneira de chamar a atenção. Embora isso por si só seja uma grande conquista, o pequeno cachorrinho não parou de aprender. “Agora, ela aprendeu como realmente latir, mas ela vai e vem entre seu latido silencioso e seu latido alto”, disse Samantha.

Viralizou

O vídeo que Samantha gravou de Reese acabou parando no TikTok, e viralizou no mundo todo. Este vídeo sozinho teve mais de 7 milhões de curtidas e cerca de 32 milhões de visualizações. Desde então, os internautas têm acompanhado o desenvolvimento de Reese e sua irmã mais velha, Roxx.

Tribuna de Jundiaí 

sexta-feira, 18 de março de 2022

Evite: 11 alimentos não recomendados para cachorros

 A alimentação do melhor amigo do homem não pode ser igual a dos humanos. Por isso, veja 11 alimentos que não são recomendados para cachorros.



Google Imagens



Uma grande dificuldade enfrentada pelo tutor de animal é negar alimentos para o seu cachorro. Contudo, essa ação é totalmente necessária para garantir a saúde do canino. Para auxiliar no processo de alimentação, confira 11 alimentos que não são recomendados para cachorros.

Além de dar banho, ter cuidados com a higiene do pet e levar de forma contínua ao veterinário, é preciso prestar atenção ao que o seu amigo anda comendo.

Confira 11 alimentos não recomendados para cachorros

1-Chocolate: o alimento possui cafeína e doce tem teobromina, substância encontrada no cacau que causa intoxicação nos animais;

2-Café: a cafeína é realmente prejudicial para o seu amigo, já que atua diretamente no sistema nervoso do animal. Com isso, pode causar hiperatividade e até tremores;

3-Abacate: a substância maléfica tem nome de persina. A toxina pode causar problemas intestinais, como diarreias e vômitos nos animais;

4-Leite e derivados: é um alimento que é recomendável evitar, pois há animais com intolerância à lactose, podendo gerar vômitos, problemas de estômago e diarreia;

5-Frutas cítricas: frutas mais ácidas causam problemas digestivos e, por isso, devem ser evitadas;

6-Macadâmia: o consumo desse alimento pode fazer o seu pet sofrer com fraqueza muscular, depressão e vômito;

7-Uvas: possuem componentes tóxicos para esses animais, causando falência renal no cachorro;

8-Cebola: o tempero possui dissulfeto de n-propil, que pode reduzir a capacidade do corpo do seu cão de transportar oxigênio pelo corpo, deixando-o mais fraco;

9-Alho: esse alimento possui o tiossulfato, que faz com que ele se torne um ingrediente proibido aos cães, pois faz o seu pet ficar anêmico;

10-Alimentos gordurosos: alimentos fritos e gordurosos, como o pastel e a pizza, podem gerar pancreatite no animal;

11-Doces em geral: esse item é bom evitar, pois pode acarretar diabetes ao animal.

Dessa forma, a recomendação é que a alimentação do pet seja à base de uma boa ração e carne ferventada sem temperos, favorecendo uma dieta saudável ao animal. Não se esqueça de marcar uma consulta com o veterinário para verificar como anda a saúde do seu pet.


sexta-feira, 11 de março de 2022

Descubra quais são os equipamentos que gastam mais energia na sua casa

Só o ar-condicionado pode aumentar facilmente em R$ 200 a sua conta mensal de energia elétrica. Confira a lista com os 12 equipamentos mais gastões.

A fatura de energia elétrica pode ser a causa de dores de cabeça para muita gente. Afinal, os sucessivos aumentos dos últimos anos se acumularam em quase 114% a mais na fatura de energia elétrica dos brasileiros.

Nessa hora, vale a pena adotar hábitos e medidas necessárias para conseguir economizar o máximo de eletricidade possível. 

O primeiro passo, portanto, é identificar os aparelhos e objetos que mais encarecem a fatura da luz no mês.

Aprenda a calcular o consumo de energia elétrica do mês

Outra dica importante é começar a calcular como se dá o gasto de energia mensal na sua casa. 

Assim será mais fácil identificar onde estão os itens mais “gastões” que você tem no seu lar. 

Para se ter ideia, não é 100% confiável analisar apenas a quantidade de watts para saber o que gasta mais e o que gasta menos.
correto é calcular a quantidade média de energia que é consumida. 

Essa medição, geralmente, se dá por meio do quilowatt-hora (sigla: kWh). Para saber qual é essa média de gasto, saiba que ela depende da potência do equipamento e do tempo de uso que ele fica ligado.

A fórmula de cálculo é a seguinte:

(Potência do aparelho X Dias de uso por mês X Horas de uso por dia média) / 1000

Conheça os 12 aparelhos domésticos que mais gastam energia

Ar-condicionado;
Chuveiro elétrico;
Fogão elétrico;
Geladeira/frigobar;
Freezer;
Lavadora de louças;
Televisão;
Ventilador;
Computador (PC ligado na tomada);
Forno elétrico;
Secadora de roupas;
Secadora de louça.

Os itens estão classificados pela ordem dos que mais gastam energia para os que menos gastam. 

Entretanto, todos esses equipamentos são considerados os mais gastões na conta de luz mensal.

Para se ter uma ideia, o ar-condicionado pode elevar facilmente em quase R$ 200 a conta de energia se for utilizado por 8 horas ao dia. Ele é o que mais exige energia entre todos os outros.

quinta-feira, 10 de março de 2022

Use sal para limpar a casa, eliminar umidade

Um dos produtos mais versáteis e úteis que você pode ter em casa é o sal de cozinha comum. Confira algumas das melhores utilidades do produto.

Alguns itens caseiros têm diversas funções úteis e podem ser utilizados em situações bem inusitadas. 

Às vezes não é preciso correr atrás de produtos caros e mirabolantes para conseguir certos efeitos. Basta você ter sal em casa para ter acesso a muitas boas utilidades. Aprenda hoje alguns truques incríveis que podem ser feitos utilizando apenas o sal.

Logo de cara, entenda que o sal é capaz de potencializar a limpeza da casa, desengordurar móveis e objetos variados, além de absorver umidade e remover calcário. Aliás, quando usado na limpeza, o sal consegue substituir produtos químicos pesados e caros, ou seja, é uma ótima saída para facilitar e baratear o dia a dia.
Confira algumas utilidades surpreendentes do sal

1 – Limpando o ferro

O ferro de passar roupas tende a ficar sujo conforme o tempo passa e sua utilização se torna frequente.

Contudo, não é preciso comprar um aparelho novo, basta usar sal para recuperar a aparência perdida. Para isso, você precisa apenas colocar sal em um pano sobre alguma superfície. Depois, ligue o ferro e esfregue a parte metálica aquecida sobre o pano.

2 – Removedor de manchas em vidros

Para remover manchas de vidros, basta misturar uma colher de sopa de sal e duas de bicarbonato de sódio com água quente. Basta deixar a solução em repouso por 30 minutos e aplicar nos locais que deseja recuperar.

3 – Limpando o forno

Misture 500 ml de água morna com 250 g de sal e espalhe a solução nas paredes do forno com um pano. 

Deixe que o produto aja por cerca 24 horas. Remova o excesso e aplique 500 ml de vinagre com 250 g de sal usando um borrifador. Deixe agir por 10 minutos e termine a limpeza.

4 – Limpar tapetes

Use vinho branco e sal para remover a sujeira presente nos tapetes e em cortinas, se for o caso.

5 – Elimina umidade

Coloque um pote com sal dentro do armário para retirar toda umidade que houver ali dentro.

6 – Panela engordurada

Coloque água com sal dentro da panela engordurada e aqueça no fogo. Assim que a mistura for ferver, desligue e efetue a limpeza facilmente.

7 – Limpando o chuveiro

Misture sal com vinagre de maçã para limpar e desinfetar o banheiro.

segunda-feira, 7 de março de 2022

O verdadeiro significado do emoji de olhos fechados com lágrima no app WhatsApp

 Confira o uso correto no app.


Reprodução Internet 


O envio de emojis no app de mensagens instantâneas WhatsApp se tornou algo totalmente popular. E são muitas as opções.
Um dos queridinhos dos usuários, é o emoji que mostra um rosto de olhos fechados com lágrima.

No entanto, você sabe qual é o significado no aplicativo de mensagens?
Esse é um grande exemplo de uso errado de emojis. Muita gente usa este emoji para representar um sintoma de gripe ou resfriado, ou mesmo como um sinal de choro.

A expressão possui o nome oficial de “Rosto com sono”. O desenho aparece em mangás e animes para representar um personagem que está dormindo.

Metro

domingo, 6 de março de 2022

Os 7 aparelhos domésticos que gastam mais energia e aumentam a conta de luz

 Com a criação da nova bandeira tarifária, é preciso maior atenção ao consumo dos eletrodomésticos


Foto: Shutterstock


Com a criação da bandeira Escassez Hídrica, que é mais cara que a bandeira vermelha 2, os eletrodomésticos estão na mira dos consumidores para minimizar os efeitos da conta de energia elétrica no orçamento ao final do mês. Alguns itens merecem atenção redobrada para garantir a economia pretendida.

CHUVEIRO ELÉTRICO


Conforme as orientações da Enel Distribuição Ceará, é na maioria das vezes o aparelho que mais consome energia em uma residência. Deve ser utilizado sempre que possível na função verão e o consumidor não deve reutilizar uma resistência queimada.

O ideal é ligar o chuveiro quando a maioria dos aparelhos estiver desligada para não sobrecarregar a rede elétrica. Além disso, é importante lembrar de economizar água, já que a crise no setor elétrico foi desencadeada pela crise hídrica.

TELEVISÃO


Elas parecem inofensivas, mas podem representar, em média, até 15% do valor da conta de luz. Por isso o ideal é não deixá-la ligada se não houver alguém assistindo.

Para quem tem o hábito de dormir com o aparelho ligado, o ideal é programá-lo para desligar automaticamente. Além disso, sempre que possível, o consumidor deve manter a TV fora da tomada porque o aparelho consome energia mesmo desligado.

FERRO ELÉTRICO


De acordo com a Enel, o ferro elétrico pode representar até 7% do valor da conta de energia. A recomendação é acumular o máximo de roupas antes de passar para usar o aparelho com mais eficiência.

Nos ferros automáticos, o ideal é regular a temperatura e passar primeiramente as roupas que exigem menos calor.


AR CONDICIONADO


Com o calor, o ar condicionado se tornou item quase indispensável em residências e estabelecimentos comerciais. Para esse item, que também é considerando um dos grandes vilões na conta de energia, o ideal é que a instalação seja feita em local arejado, com boa circulação de ar.

Evite áreas expostas ao sol e mantenha os filtros limpos para não forçar o aparelho. Quanto à temperatura, regule-a em cerca de 23 graus, evitando o frio excessivo. Quanto mais frio, maior o consumo de energia.

GELADEIRA E REFRIGERADOR


A geladeira é mais uma campeã no quesito consumo elevado dentro de uma residência. O ideal é procurar as que possuem selo Procel A e evitar abrir e fechar a porta a todo instante.

Verifique o estado das borrachas de vedação constantemente e não seque roupas atrás do aparelho. Evite guardar alimentos quentes na geladeira.

ILUMINAÇÃO


As lâmpadas devem ser as mais econômicas, portanto a recomendação é usar as de LED. De acordo com a Enel, ao substituir uma lâmpada incandescente de 100WW por uma fluorescente de 32W, a economia chega a 60%.

Evitar acender lâmpadas durante o dia e aproveitar a luz natural é indispensável. Também é possível economizar ao escolher as cores das paredes e teto do ambiente: cores claras refletem melhor e luz e reduzem a necessidade de iluminação artificial.

Como economizar energia


Além das dicas no uso de eletrodomésticos, outras orientações gerais podem ajudar na economia de energia, como trocar instalações elétricas antigas ou que estejam apresentando algum problema.

STAND-BY


Desligue ou tire da tomada os eletrodomésticos que não estiverem em uso e evite deixar os aparelhos em modo stand-by, que segue consumindo energia.

FUGA DE ENERGIA


Instalações elétricas antigas ou defeituosas podem causar fuga de energia. É importante sempre contar com a avaliação de um eletricista de sua confiança, para garantir o bom funcionamento da rede interna.

Não deixe fios expostos nos telhados, paredes e jardins. Além do risco de choque elétrico, eles são mais suscetíveis às fugas de energia.

Horário de pico


Na última terça-feira (31), o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, voltou a falar sobre a importância da economia de energia e água para que o Brasil consiga passar pela crise no setor sem que seja necessário um racionamento.

O consumo de energia costuma ser maior no período da tarde, quando o calor exige mais dos aparelhos de ar-condicionado, e da noite, quando as pessoas normalmente estão em casa consumindo energia elétrica de luzes e aparelhos eletrodomésticos como televisores, aparelhos de ar-condicionado e outros.

Energia solar


O encarecimento da conta de luz decorrente da situação dos reservatórios aquece a discussão e o interesse dos consumidores por alternativas que permitam a geração da própria energia.

De acordo com Mário Viana, gerente comercial de uma distribuidora de sistemas fotovoltaicos, com cerca de R$ 13 mil é possível adquirir um kit que garanta a geração de 200 kWh (quilowatt-hora) em Fortaleza/mês. Essa geração, porém, depende das condições solares.

No caso de uma residência que possui um consumo de 500 kWh/mês, a instalação de um sistema fotovoltaico fica entre R$ 18 mil e R$ 20 mil.

Diário do Nordeste

sábado, 5 de março de 2022

O que ocorre no cérebro quando morremos? Cientistas já têm uma resposta

 

Foto: Internet

Imagine reviver toda a sua vida no espaço de segundos. Como um relâmpago, você está fora do seu corpo, assistindo a momentos memoráveis que viveu. Esse processo, conhecido como “recordação da vida”, pode ser semelhante ao que é ter uma experiência de quase morte. 

O que acontece dentro do seu cérebro durante essas experiências e após a morte são questões que intrigam os neurocientistas há séculos. No entanto, um novo estudo publicado na revista Frontiers in Aging Neuroscience sugere que seu cérebro pode permanecer ativo e coordenado durante e após a transição para a morte, e pode até ser programado para orquestrar toda a experiência.

Quando um paciente de 87 anos desenvolveu epilepsia, o dr. Raul Vicente, da Universidade de Tartu (Estônia), e colegas usaram eletroencefalografia contínua (EEG) para detectar as convulsões e tratá-lo. Durante essas gravações, o paciente teve um ataque cardíaco e faleceu. Esse evento inesperado permitiu que os cientistas registrassem a atividade de um cérebro humano moribundo pela primeira vez.


Compreensão desafiada


“Medimos 900 segundos de atividade cerebral na hora da morte e estabelecemos um foco específico para investigar o que aconteceu nos 30 segundos antes e depois que o coração parou de bater”, disse Ajmal Zemmar, neurocirurgião da Universidade de Louisville (EUA), que organizou o estudo.

“Pouco antes e depois que o coração parou de funcionar, vimos mudanças em uma faixa específica de oscilações neurais, as chamadas oscilações gama, mas também em outras como oscilações delta, teta, alfa e beta.”

As oscilações cerebrais (mais comumente conhecidas como “ondas cerebrais”) são padrões de atividade cerebral rítmica normalmente presentes em cérebros humanos vivos. Os diferentes tipos de oscilações, incluindo gama, estão envolvidos em funções altamente cognitivas, como concentração, sonho, meditação, recuperação de memória, processamento de informações e percepção consciente, assim como aquelas associadas a flashbacks de memória.

“Através da geração de oscilações envolvidas na recuperação da memória, o cérebro pode estar reproduzindo uma última lembrança de eventos importantes da vida pouco antes de morrermos, semelhantes aos relatados em experiências de quase morte”, especulou Zemmar. “Essas descobertas desafiam nossa compreensão de quando exatamente a vida termina e geram importantes questões subsequentes, como aquelas relacionadas ao momento da doação de órgãos”.


Fonte de esperança


Embora este estudo seja o primeiro desse tipo a medir a atividade cerebral viva durante o processo de morte em humanos, mudanças semelhantes nas oscilações gama foram observadas anteriormente em ratos mantidos em ambientes controlados. Isso significa que é possível que, durante a morte, o cérebro organize e execute uma resposta biológica que poderia ser conservada entre as espécies.

Essas medidas são, no entanto, baseadas em um único caso e provêm do cérebro de um paciente que sofreu lesão, convulsões e inchaço, o que dificulta a interpretação dos dados. No entanto, Zemmar planeja investigar mais casos e vê esses resultados como uma fonte de esperança.

“Como neurocirurgião, às vezes lido com a perda. É indescritivelmente difícil dar a notícia da morte a familiares perturbados”, disse ele.

“Algo que podemos aprender com esta pesquisa é: embora nossos entes queridos tenham os olhos fechados e estejam prontos para nos deixar descansar, seus cérebros podem estar revivendo alguns dos melhores momentos que vivenciaram em suas vidas.”


Revista Planeta


quinta-feira, 3 de março de 2022

4 curiosidades sobre como era viajar de avião na década de 1970

                              

Foto: Internet

Tem quem ame ou odeie viajar de avião devido a todo o estresse que pode ser gerado, desde a compra das passagens até o momento de pegar sua bagagem na esteira. Afinal de contas, você pode estar sujeito a ter o voo atrasado ou cancelado; as malas extraviadas; passar horas em escalas; ter inúmeros problemas com sua passagem; ter que lidar com um assento ruim ou com pessoas sendo inconvenientes durante todo o trajeto.

As possibilidades são gigantescas, bem como o nível de chateação. Por outro lado, viajar de avião proporciona o conforto da rapidez, segurança e acessibilidade em vários aspectos, apesar de tudo. Há 107 isso é possível graças aos progressos da aviação comercial, que não foram poucos, tanto em questões estruturais quanto organizacionais.

Entre o final da década de 1960 e início de 1970, voar era menos seguro e repleto de prós e contras.


1. A comida a bordo


(Fonte: Vox/Reprodução)

Servir-se de vinho, sobremesas, frutas frescas, uma variedade de entradas, sopas e até caviar, atualmente é um luxo desfrutado apenas por quem viaja na classe executiva; contudo, na década de 1970, não havia essa distinção — e certamente isso era o que havia de melhor em voar naquela época.

Mas para tristeza dos passageiros, refeições típicas de bordo já estavam surgindo no horizonte, ainda mais porque o transporte aéreo estava começando a se popularizar. A British European Airways, por exemplo, foi uma das primeiras a começar a servir sanduíches de rosbife com tomate, pepino e limão, acompanhado de um mini bolo de chocolate e uma lata de Coca-Cola.


2. A segurança no embarque


(Fonte: The Boston Globe/Reprodução)


Foi só em meados de 1973 que verificações de segurança se tornaram uma exigência das companhias aéreas, quando aconteceu o aumento exponencial no número de passageiros. Ainda assim, toda a burocracia de check-in era uma realidade muito remota, visto que as pessoas precisavam chegar apenas com 30 minutos de antecedência do horário de seu embarque para poder passar pela revista e se despedir de amigos ou familiares.

Essa mudança no setor aéreo também aconteceu devido à grande incidência de sequestros de voos durante os anos de 1961 e 1972, acontecendo pelo menos uma vez por semana.

Os detectores de metais e máquinas de raios-X foram os primeiros métodos de prevenção contra esse tipo de crime, antes somente usados no sistema prisional norte-americano. A maioria das pessoas ficou confortáveis em serem submetidas à nova tecnologia.


3. Os preços para viajar


(Fonte: HuffPost/Reprodução)

Hoje, por mais que o destino escolhido seja barato, as passagens e tarifas aéreas nunca são, o que dificulta muito a vida de quem quer escolher um lugar para viajar. No século passado, o Conselho de Aeronáutica Civil (CAB) era o responsável por determinar desde rotas até os preços das passagens, o que significava que a competição entre as companhias aéreas ficava apenas entre alimentação, qualidade de voo e atendimento.

A era das viagens econômicas para qualquer lugar no mundo durou até a crise energética do início dos anos 1970, quando o então presidente dos EUA, Jimmy Carter, iniciou o processo de desregulamentação com a Lei de Desregulamentação de Companhias Aéreas de 1978, que reduziu o preço dos voos domésticos em cerca de 50% de 1978 a 2013, em um momento em que o embargo do petróleo de 1973-1974 havia feito os valores subirem demais.


4. Os fumantes a bordo


(Fonte: Aeroin/Reprodução)


Até 1973, os passageiros eram livres para fumarem em qualquer lugar da aeronave, um hábito tão comum quanto pedir uma bebida. Isso mudou quando foram implementadas seções para fumantes e não fumantes, que durou até os anos 2000, quando o governo federal proibiu fumar em voos nos EUA.

A determinação partiu da nova legislação que visava diminuiu o consumo de tabaco no país, sendo que, só em 1970, mais de 37% da população norte-americana fumava, conforme dados da American Lung Association. Após a implementação da lei, esse número despencou para 23,3%, depois para 13,7% em 2018.

Mega Curioso