1-Não levante a voz para mim. Sua voz doce surte muito mais efeito.
2-Se eu não dei razão, não me acuse de flertar com outra mulher.
3-Vista-se sensualmente só para mim.
4-Às vezes eu realmente não estou pensando em nada. Acredite.
5-Pode levar o tempo que quiser para se arrumar, desde que a gente saia na hora combinada.
6-Não me exponha diante dos outros. Jogue para o nosso time, não contra.
7Nunca me deixe ser o último a saber.
8-Deixa eu te caçar 80% das vezes. Os outros 20% você me caça (gosto de ser caçado de vez em quando também).
9-Você merece tudo o que tem no shopping center. Verdade. Mas lembre-se que o nosso cartão tem limite.
10-Vamos deixar de implicar com a tampa do vaso. Se ela estiver para cima, você a põe para baixo. Afinal, quando ela está para
baixo, eu a ponho para cima.
Fonte: Blog do Renato Cardoso
Quem se ajoelha diante do Orixá, permanecerá muito mais tempo de pé. Blogger dedicado à divulgação das religiões de matriz africana.
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
10 pedidos de todo marido
10 pedidos de toda esposa
1-Que eu seja a única mulher de sua vida. Me faça sentir suficiente para você.
2-Quando eu estiver falando, preste atenção. Ouviu?
3-Sim, eu preciso ouvir você falar que me ama de vez em quando. Mas três vezes ao dia também enjoa. Menos.
4-Não sou máquina de sexo. Mas até máquina precisa de aquecimento e manutenção. Imagine eu.
5-Não minta para mim. Nunca. Jamais. Incentivo: eu ainda tenho aquele pau de macarrão lá na cozinha.
6-Não me importo que você seja o líder. Apenas me dê razões para confiar na sua liderança. Saber para onde estamos indo também ajuda.
7-Me faça sentir segura com você. Caráter. Domínio próprio. Trabalho. Em tudo.
8-Surpreenda-me de vez em quando. Boas surpresas me fazem sentir especial.
9-Eu gosto quando você realmente se interessa no que penso. E me diz o que pensa.
10-Quando eu estiver estressada, agindo e falando como uma doida, simplesmente pegue minha mão, me abrace, me acalme e diga: “Vai dar tudo certo.” Depois aproveita e leva o lixo para fora.
11-(Não podia ser só 10, né?) Leia o livro Casamento Blindado comigo?!
fONTE: Blog do Renato Cardoso
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
"Onde está o pessoal dos direitos humanos quando policial morre?"
"Onde está o pessoal dos direitos humanos quando policial morre?"
Essa é uma pergunta frequente. Então acho que vale a pena tentar respondê-la. Iam gostar que a resposta fosse: porque o nome é direitos HUMANOS e não direito dos porcos fardados?! Para eles verem como é bom ter a humanidade negada como eles fazem constantemente com a população. Pois é, ninguém gosta. Mas pensando na resposta. Primeiramente, vamos à matemática. No ano de 2012, 1890 pessoas foram mortas em 23 estados da federação por policiais, e, no mesmo ano, 89 policiais morreram, dando uma relação de 21 civis mortos para cada policial. Vamos reconhecer que de 1890 para 21 é uma desproporção bem grande. 5 civis morrem por dia pelas mãos de policiais, e policiais morrem em média 0,24 por dia em um ano.
Agora, vamos sair da matemática e passar à questão política, filosófica e jurídica. Policiais mortos em serviço foram vítimas de agentes não-institucionais, e os direitos humanos atuam no sentido de garantir que o indivíduo não sofra injustiças do Estado, o que é justamente o caso de civis mortos por policiais,na qualidade de agentes do Estado(sim é injustiça porque não temos pena de morte, salvo em caso de guerra declarada, e mesmo que tivéssemos pena de morte seria necessário um julgamento justo e condenação- sei que parece óbvio mas para muitos esse parêntese é necessário).Por isso é o campo de atuação dos direitos humanos.Um dos direitos mais fundamentais da nossa constituição, e de quase toda constituição no mundo, é o direito à vida. No artigo 5º da CFB, temos que "Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade". O que está por trás do artigo 5º da nossa Constituição é a Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, da ONU, num esforço mundial de consolidar o Estado Democrático de Direito, e recuperar a humanidade após os horrores e destruição da Segunda Guerra. O princípio filosófico que está por trás do direito à vida é a noção objetiva de que a vida humana tem um valor em si mesma, independente de valorizações subjetivas. Isso quer dizer que qualquer ser humano simplesmente pela sua condição humana é portador do direito inviolável à vida. Mesmo que seja a pessoa mais pobre, mais imoral, mais tudo de ruim que queiram dizer, ela tem seu direito à vida garantido pela sua humanidade.
As tentativas dos coxinhas de introduzir o conceito de "cidadão de bem" para substituir seres humanos por "cidadãos de bem" são no sentido de atribuir valorizações subjetivas a essa condição humana, ou seja, diferenciar que umas pessoas são menos humanas que outras e, por isso, seu direito à vida deve ser mais restrito que de outras.E, qual é o problema disso? O problema disso é .. quem vai determinar quem é mais humano que outro? Quem vai fazer essa classificação? Quem tem direito à vida e quem é matável (o homo sacer de Agamben)? Uma distinção dessas é muito perigosa e todos os genocídios do mundo se justificaram por isso. Assim, se criam categorias de pessoas menos humanas que outras, e foi assim, p. ex., que o nazismo funcionou, foi baseado nisso que o exército da Bósnia, na década de 90, começou uma limpeza étnica resultando na morte de aproximadamente 30 mil muçulmanos bósnios. Tudo baseado na ideia de que umas pessoas são menos humanas que outras e, por isso, não têm direito à vida.
O policial militar em serviço,como dito antes, é um agente do Estado, então, pros que argumentam que "bandido quando pode atira em policiais, então policiais quando podem também devem atirar em bandidos", eu pergunto: quem você acha que tem maior obrigação e responsabilidade de respeitar os princípios constitucionais e o Estado democrático de direito? O "bandido" ou agentes do Estado? Acredito que a pergunta seja retórica e todos saibam a resposta. E precisamente por ter maior responsabilidade, e maiores obrigações, que os policiais são mais cobrados. E devem ser.
Outra coisa é uma questão de ordem prática. Quando o indivíduo aceitou prestar concurso para PM sabia do ônus e dos riscos da profissão, já o cidadão que estava vivendo e teve sua vida ceifada por um PM por estar no lugar errado, na hora errada, não fez esta escolha de risco voluntária.
Todos vocês que dizem que "bandido bom é bandido morto" estão muito presos (ainda!) ao código de Hamurabi, o primeiro conjunto de leis escritas da humanidade, quando a humanidade começa a engatinhar e codificar suas primeiras noções de justiça. O código de Hamurabi é baseado na Lei de Talião - o famoso “olho por olho, dente por dente”. Galera, esse código foi escrito entre 1772-1800 antes de Cristo. A humanidade já mudou muito desde então, não concordam? Tá na hora se deixar nossos instintos primitivos de lado. Vocês estão com a mesma noção de justiça dos antigos sumérios de 1800 anos antes de cristo, já é hora de superar isso, já passou. Venham para o século XXI, a pós-modernidade é legal, eu juro!
Fonte dos dados numéricos: O Globo
Declaração Universal dos Direitos Humanos: aqui
Código Hamburábi: aqui
Médica cubana contratada para o Mais Médicos pede asilo no país (A casa ta caindo)
BRASÍLIA - O deputado Ronaldo Caiado (DEM-GO) fez uma denúncia contra o programa Mais Médicos, em plenário da Câmara nesta terça-feira, ao lado de uma médica cubana, Caiado anunciou que a profissional selecionada para o programa quer pedir asilo ao país, por causa de más condições a que estaria submetida.
A médica, que está trabalhando em uma cidade do Pará, abandonou o programa. Ela afirmou que recebe apenas US$ 400 por mês do que o governo brasileiro paga, o que contraria a promessa feita pelo governo. A bolsa prevista para médicos do programa é de R$ 10 mil, mas os cubanos não ficam com todo o valor. A maior parte dela será retida em Cuba. Os médicos da ilha deverão receber entre 40% e 50% dos R$ 10 mil, segundo contrato firmado pelo Ministério da Saúde com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas)
Mostrando o que seria o contrato assinado pela médica, Caiado afirmou que a parte contratante não era a Opas, que firmou acordo com o governo brasileiro para intermediar a vinda dos cubanos ao país. O deputado destacou que o contrato da médica foi assinado por uma empresa de serviços médicos, uma S/A.
Mais dois mil médicos cubanos desembarcaram no Brasil na semana passada, no terceiro ciclo do programa, totalizando cerca de 7,4 mil profissionais cubanos no país trabalhando pelo Mais Médicos.
Para trazer os cubanos ao país, o Ministério da Saúde firmou termo de cooperação com a Opas em agosto do ano passado. De acordo com o documento, a entidade receberia R$ 24,3 milhões pela prestação do serviço de intermediar as contratações, o equivalente a 5% do total de R$ 510,9 milhões que o projeto custará para o governo brasileiro, a título de “reembolso de custos indiretos decorrentes da cooperação técnica” fornecida pela entidade.
O plano de trabalho anexado ao termo firmado com a Opas prevê que serão gastos R$ 1,3 milhão para o pagamento de diárias e outros R$ 12,2 milhões para arcar com custos de passagens. Para o desembolso com o pagamento de pessoal, estão previstos R$ 469,0 milhões. Todo o valor previsto no acordo seria repassado à Opas, que faria o pagamento dos médicos e encaminharia a fatia que fica com o governo cubano.
Fonte: Extra Online
Esse Tipo de Pessoa Que Anda Fardada, Armada, Tem Direito a Matar e Nas Horas Vagas da Aulas Para Crianças Em Comunidade Pacificada
"virou pessoal por que todos os dias acordo na expectativa de encontrar vc maconheiro, cheirador, ladrão, traficante, pedófilo, vc que dirige bêbado, sendo da minha família ou do meu círculo de amizade, vou te prender... e se vc resistir e ne der embasamento legal.. VOU TE MATAR e com um sorriso no rosto, vou ter a sensação de dever cumprido!"
Raphael Cabral supostamente é policial militar no Rio de Janeiro e dá aulas de taekwondo pra crianças em uma favela "pacificada". Nas horas vagas mata sorrindo, com a sensação de dever cumprido.
Post: aqui
Perfil: aqui
Denunciem: aqui
A comunicação também pode ser feita pelo telefone 127.
terça-feira, 4 de fevereiro de 2014
Ku Klux Klan tem congênere no Brasil! (Muito bom esse Texto, leiam)
os Estados Unidos, antes do Movimento pelos Direitos Civis ganhar apoio das massas, havia uma prática rotineira de linchamentos de negros nos estados sulistas que formaram os Estados Confederados da América. Esses estados do sul havia uma histórica tradição racista que foi intensificada ainda mais após a derrota na Guerra de Secessão 1861 - 1865. Em 1865 no Tennessee foi criado a Ku Klux Klan, organização cristã que carregaria um brutal ódio racial contra negros, logo os membros da Ku Klux Klan iniciaram práticas terroristas que se consistiam em fazer linchamentos de negros.
Os motivos para os linchamentos em muito eram baseados em motivações triviais, falsas, ou em acusações cujo objetivo era supostamente inibir um surto de criminalidade dos negros contra a comunidade branca. Não havia julgamentos, não havia direito a defesa. Quando capturados os negros eram torturados e depois enforcados em árvores para que ficassem visíveis para todos. Era um clima generalizado de racismo que justificava violência.
Aqui no Brasil não estamos muito longe disso. Justamente na data de 2 de fevereiro, Dia de Iemanjá, um adolescente negro foi acusado de cometer assaltados na Avenida Rui Barbosa, cidade do Rio de Janeiro foi pego por algumas pessoas, agredido, despido completamente e estando nu foi preso pelo pescoço em um poste em via pública, para que todos pudessem ver o ato de ''justiça'', o jovem somente foi solto quando bombeiros cerraram a corrente que o mantinha preso. Nas redes sociais a ação foi por alguns louvada como uma justa ''lição'' dada ao jovem ''trombadinha'', sobre a sentença de que bandido tem que apanhar... Isso nos casos mais ''leves'', por que para os casos mais ''pesados'' o certo e: ''bandido bom é bandido morto''.
(Mas para esses mesmos moralistas justiceiros que tanto defendem essa noção é claro que a regra não se aplica á deputado dono de helicóptero que carrega cocaína, fazendeiro que usa trabalho escravo, políticos que desviam recursos públicos, etc).
Mesmo caso sendo responsável por furtos, não deixa de ser uma atitude brutal, pessoas se investem a si próprias de um poder autoritário que as permite conforme suas vontades espancarem e prenderem quem quiserem. Assim como no sul dos Estados Unidos de décadas atrás existe a mesma motivação em naturalizar as práticas de violência sobre corpos negros, para assim protegerem há ''boa'' sociedade. O certo seria denunciar o jovem á autoridade policial que o conduziria para averiguações, realizaria coleta de depoimento de testemunhas é vítimas e a partir disso fazer os trâmites legais previstos em lei, tudo conforme determina o Código Penal, Constituição Federal que garantem ao cidadão direito de defesa quando acusado de um crime. Caso confirmado à culpa, então que jovem arque criminalmente por seus atos. Mas a Ku Klux Klan versão brasileira que de tão cômoda nem sequer precisa usar capuz e lençóis, age livremente sem ser perturbada fazendo nas ruas a sua maneira aquilo que considera justiça.
Simplesmente não precisamos desses justiceiros reacionário-racistas.
Fonte: Compartilhado por um amigo no Facebook
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Advogados de manifestantes denunciam ameaça de morte
“Estava dentro de um carro e pediu que a gente se retirasse do caso, mostrando uma arma”, revela integrante do Advogados Ativistas
O grupo Advogados Ativistas convocou ontem, quarta-feira (29), uma coletiva de imprensa. Relataram que um de seus integrantes recebeu “ameaça de morte” para que saísse do caso envolvendo o estoquista Fabrício Chaves, de 22 anos. O jovem foi baleado por policiais militares durante ato contra a Copa do Mundo na região central de São Paulo, no último sábado(25). Fabrício perdeu um testículo e pode ter comprometidos movimentos do braço direito.
Na coletiva, além de denunciar as condições ilegais em que os delegados tomaram depoimento do jovem, os Advogados Ativistas, que representavam judicialmente o rapaz até a tarde dequarta-feira (29), trouxeram a público grave denúncia de ameaça de morte para sair do caso. “Na segunda-feira (27), nas imediações do hospital, fui abordado por alguém chamando meu nome. Essa pessoa estava dentro de um carro e pediu que a gente se retirasse do caso, mostrando uma arma”, relatou Daniel Biral, 33 anos, um dos integrantes do grupo, na coletiva de imprensa.
O grupo que defende voluntariamente manifestantes presos durante protestos públicos em São Paulo, também denunciou ilegalidades na coleta do depoimento do jovem Fabrício Proteus Chaves. O rapaz de 22 anos foi ouvido por três delegados na tarde de terça-feira (28) em seu leito hospitalar na UTI da Santa Casa de Misericórdia.
Na coletiva à imprensa, o advogado Geraldo Santamaria Neto ressaltou que a colheita do depoimento foi ilegal porque, no momento em que os delegados colheram o depoimento do Fabrício, ele tinha acabado de sair do coma, estava internado numa UTI, sob efeito de morfina, e que o depoimento foi assinado com o dedão. “Ele ficou sozinho com três delegados no quarto. Só no final o defensor público apareceu”, ressaltou.
Em seu depoimento, Fabrício contradiz a versão dos três policiais envolvidos no caso - e que foi assumida pelo governador Geraldo Alckmin e pelo secretário Fernando Grella sem qualquer apuração prévia. Os soldados afirmam que atiraram no jovem em legítima defesa, uma vez que o rapaz teria partido para cima de um deles, caído no chão, com um estilete nas mãos. Fabrício afirma que foi alvejado antes de investir contra o policial.
Mais ameaça?
Pouco antes de a coletiva ser iniciada, o Advogados Ativistas foi surpreendido pela notícia de que familiares de Fabrício não queriam mais que o grupo assumisse a defesa do jovem, que anteriormente era representado pela Defensoria Pública.
“Algo ocorreu nesse meio-tempo, de ontem pra hoje, e a família nos desconstituiu do caso”, explicou André Zanardo, também membro dos Advogados Ativistas, que não soube dizer por que a família de Fabrício tomou essa decisão ou se seus pais também receberam algum tipo de ameaça. Os Advogados Ativistas vinham acompanhando e prestando assistência jurídica ao jovem baleado desde o sábado.
Para o grupo Advogados Ativistas, existe o risco do Fabrício deixar de ser apenas vítima policial para ser também uma vítima política. Segundo eles, “as investigações mal começaram e órgãos deslegitimados já estão até o condenando”. “Parece claro que o secretário está legitimando a polícia a agir de forma desproporcional, o que ocorre tanto nas favelas quanto nas ruas e acontece, agora, nas manifestações populares”, reforçava a convocatória da coletiva à imprensa. (Com agências)
domingo, 2 de fevereiro de 2014
Tiroteio na Vila Cruzeiro mata policial e deixa 3 feridos
Uma mulher levou um tiro na cabeça e está em estado grave; comunidade tem UPP
Um tiroteio na comunidade da Vila Cruzeiro, na zona norte do Rio, provocou a morte da policial militar Alda Rafael Castilho, segundo informações da sala de polícia do Hospital Estadual Getúlio Cargas. A PM, que trabalhava na UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) local, foi atingida na cabeça e chegou a ser levada para o hospital, mas não resistiu ao ferimento.
Ainda de acordo com a polícia, três pessoas ficaram feridas. Um casal que passava de carro pelo local do tiroteio foi baleado. O caso mais grave é o de Elaine Marques Ribeiro Mariano, que levou um tiro na cabeça e está internada no Getúlio Vargas em estado grave. Já Antônio Marcos Travassos foi atingido na perna e não corre risco de morte. Além deles, o policial Marcelo Gilliard, que também trabalha na UPP local, também foi atingido na coxa e tem quadro estável.
Ataque a favelas pacificadas
O tiroteio na Vila Cruzeiro foi o nono ataque de criminosos a comunidades pacificadas no Rio nesta semana. Na noite de sábado (1º), na Rocinha, zona sul da cidade, PMs e traficantes entraram em confronto na localidade conhecida como Máscara. Os bandidos conseguiram fugir. O policiamento foi reforçado e buscas foram feitas, sem sucesso. Também na Rocinha, outros três confrontos entre policiais e criminosos provocaram pânico nesta semana. Uma bala perdida matou o morador Edilson Rodrigues Cardoso, de 33 anos.
Na sexta-feira (31), dois casos assustaram moradores de comunidades da zona norte do Rio. No episódio mais grave, um policial da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) do Andaraí levou um tiro na barriga durante um ataque de traficantes. Ele foi hospitalizado, passou por operação e, até a noite de sábado, o quadro de saúde era considerado estável.
No Complexo do Alemão também houve ataque. Dois coquetéis molotov foram lançados no terreno ocupado pela UPP e pela recém-inaugurada delegacia. Segundo as investigações, o traficante Luciano Martiniano da Silva, o Pezão, seria o responsável por planejar a ofensiva. Ele era o chefe da venda de drogas no Alemão antes da pacificação e está foragido. O Disque-Denúncia (2253-1177) oferece R$ 5 mil por pistas que levem à captura.
A reportagem do Jornal da Record conversou com um policial de uma UPP sobre a onda de violência em comunidades pacificadas. Ele afirmou que, em algumas delas, os traficantes sentem mais tranquilidade do que antes da pacificação.
— Em algumas comunidades, estão com menos força, mas continuam com força. Em outras estão com mais força do que era antigamente. Porque eles têm uma liberdade, já que sabem que facção nenhuma vai invadir. Porque o policial é segurança de vagabundo.
O especialista em violência urbana Milton Correa da Costa diz que os traficantes buscam instalar o medo nas favelas. Ele acredita que uma possível solução seja o governo reforçar os projetos sociais.
— Ele [traficante] quer desacreditar o projeto UPP e mostrar aos moradores da comunidade que eles ainda têm grande influência.
Fonte: R7
Ataque A upp parque proletário vila cruzeiro
Ataque a UPP parque proletário na praça são lucas Vila Cruzeiro ainda a pouco, segundo informações dois policiais baleados........
Clique aqui e veja o video do resgate da PM baleada...
sábado, 1 de fevereiro de 2014
A Fifa nunca mais será a mesma depois da Copa no Brasil
José Cruz 27/01/2014 no site TERRA
Na sede da Fifa, semana passada, a presidente Dilma Rousseff afirmou que “estádios são obras relativamente simples”. Disse, também, que “haverá todo o empenho para ser a Copa das copas. Isso inclui estádios, aeroportos, portos”.
Essas duas curtas manifestações exibem o tom da ilusão e de como nossa presidente está distante da realidade de eventos esportivos gigantescos e bilionários. Impressiona, também, como seus assessores não a atualizaram sobre o que de fato ocorre nessa trágica preparação brasileira.
Para um país que têm empreiteiras construindo até hidrelétricas, mundo afora, de fato construir estádios é uma barbada. Difícil é fazer isso aqui, principalmente devido à corrupção endêmica e à falta de um órgão gestor central para a Copa do Mundo, eficiente e confiável. Não temos isso.
Ao afirmar que “haverá todo empenho” para realizar a Copa, Dilma Rousseff revela como o governo tratou com desleixo essa questão. Empenho, agora? Conquistamos a sede dos dois maiores eventos mundiais sem elaborar um único plano de formação de atletas, sem que se tenha o esporte como parceiro da atividade escolar, sem vincular o esporte a projetos sociais efetivos e não de caráter emergencial e apelo político. Nada! O material se sobrepôs ao humano, porque daí que sai o lucro superfaturado de muitos.
Aqui, é tão fácil construir estádios quanto destruí-los. Foi o que o próprio governo de Dilma Rousseff permitiu com o velódromo do Rio de Janeiro. E o que dizer do Engenhão, inaugurado há sete anos, mas já inativo, às vésperas da Copa do Mundo? E o estádio de atletismo Célio de Barros, abandonado?
Impressiona que todos os envolvidos nessas barbaridades destrutivas, recheadas de superfaturamentos e corrupção, continuem em seus cargos, tomando decisões e intimamente vinculados à preparação da Copa e Jogos Olímpicos.
Assim como Câmara e Senado, omissos diante dos confrontos sociais. O Legislativo é cúmplice, sim, dos saques oficiais, como as isenções fiscais concedidas à poderosa Fifa. As excelências agiram assim na esperança de receberem convites para os badalados camarotes VIPs da Copa. O órgão fiscalizador transformou-se em cúmplice da bandalheira.
Movimento de rua
Cresce na rede social o movimento “não vai ter Copa”. E não faltam motivos para essa ameaça indignada da população.
O então presidente Lula usou a Copa como apelo para fazer crescer a popularidade de seu partido. Afinal, futebol é a paixão brasileira. Mas o desleixo como o assunto foi tratado inverteu o interesse dos torcedores. Até porque, ir a um jogo do Mundial é exclusivo para quem pode pagar muito por um ingresso de luxo.
O próprio ministro Aldo Rebelo antecipou isso numa entrevista à revista Veja, no ano passado:
“Os novos estádios não foram feitos para o torcedor comum. Em dias de jogos da Copa esses torcedores não vão passar nem na frente deles”.
A irresponsabilidade de nossos dirigentes chegou a esse ponto. Portanto, aguentem as manifestações. Elas chegaram e vão crescer, enquanto a polícia já realiza operação tartaruga anunciando que está disposta a parar. E o futebol, quem diria, está apressando o caos em tempo que seria de muita festa.
A Fifa nunca mais será a mesma depois da Copa no Brasil.
Motorista flagra ônibus lotado circulando sem o vidro traseiro pela Linha Amarela; assista
No início da noite desta quinta-feira, pouco antes das 19h, Marcio Roberto Cunha Travessa Soares, morador de Vila da Penha, na Zona Norte do Rio, voltava pra casa depois de retirar o carro de uma oficina, na Barra da Tijuca. No caminho, estava a Linha Amarela, palco da tragédia que deixou cinco pessoas mortas na última terça, quando um caminhão que circulava em horário proibido derrubou uma passarela. E foi justamente no acesso à via expressa que uma cena chamou sua atenção: um ônibus, cheio de passageiros, circulava normalmente sem o vidro traseiro, aparentemente estilhaçado em algum momento anterior.
- Percebi que estava sem o vidro ainda na Avenida Ayrton Senna. Achei que fosse parar, mas ele pegou a pista do meio e entrou normalmente na Linha Amarela, no sentido Centro. Fiquei muito revoltado com aquela situação - afirma Marcio, de 37 anos.
Se não pudia parar o veículo - algo que, aliás, tampouco as autoridades fizeram -, Marcio decidiu combater o absurdo de outra maneira. Com celular em mãos, ele registrou por pouco mais de um minuto a trajetória do veículo. Num dado momento, ele chega a mostrar o próprio velocímetro, comprovando que o ônibus sem o vidro traseiro trafegava a pelo menos 80km/h. As imagens foram enviadas pelo WhatsApp do EXTRA (21 99644-1263).
- Eu fui seguindo até o pedágio, e nesse período nenhum policial ou fiscal da Lamsa (concessionária que administra a via expressa) abordou o ônibus. Essa Linha Amarela está uma vergonha - desabafa Marcos, acrescentando:
- E logo hoje, que o prefeito anunciou o aumento no preço das passagens. É uma total falta de respeito com a população.
O veículo, de placa KZW-9122 e número de série C47712, recebeu 30 multas desde o início de 2007, quando começou a circular - três delas nos últimos 12 meses. As autuações têm causas variadas, como a falta de uso de segurança pelo motorista, excesso de velocidade, estacionar em esquinas e sobre faixa de pedestres, avançar o sinal vermelho e parar em fila dupla, entre outras. A infração mais cometida pelo coletivo, contudo, foi por trafegar fora da faixa a ele destinada.
Procurado, o Rio Ônibus informou que não seria possível identificar a empresa e a linha responsável pelo flagrante devido ao horário da solicitação. A entidade afirmou, entretanto, que irá investigar o fato, e que “o comportamento verificado não condiz com as normas de segurança”. Veja, abaixo, a íntegra da nota enviada pelo Rio Ônibus:
“O Rio Ônibus vai investigar a denúncia do leitor do Extra, mas antecipa que o comportamento verificado não condiz com as normas de segurança e a conduta esperada diante da situação apresentada. Para não expor os passageiros ao risco de acidentes, o ônibus deveria ter parado e solicitado auxílio do consórcio responsável pela operação”.
Leia mais e veja o vídeo: Extra Online
Prefeito Eduardo Paes estende passe livre a universitários para evitar protestos
Aumento de R$ 3 vale a partir do dia 8. Ativistas marcaram manifestação para o dia 13
Rio - Depois de anunciar o aumento de R$ 3 na passagem dos ônibus, o prefeito Eduardo Paes também decidiu aumentar o número de gratuidades dos estudantes da rede pública e estender o benefício para os universitários. Os alunos das escolas de níveis médio e fundamental que já tinham direito a 60 passagens por mês vão ganhar mais 16 gratuidades para utilizar também nos fins de semana e ter mais acesso a equipamentos culturais.
O decreto publicado hoje no Diário Oficial do Município determina ainda que os universitários cotistas e bolsistas do ProUni, que já tinham direito à meia passagem, tenham agora 76 gratuidades mensais. Além disso, todo universitário com renda familiar per capita até um salário mínimo, mesmo que seja da rede particular, também terá direito às gratuidades.
De acordo com o prefeito, ao todo, serão 272 mil estudantes beneficiados. Deste total, 60 mil têm renda familiar per capita abaixo de um salário mínimo, e outros 8 mil são do ProUni.
O prefeito disse ainda que estuda outros benefícios: “A gente está estudando a possibilidade de fazer um cartão carioca jovem. É uma primeira base de iniciativas para a garotada, com entrada para shows, como um vale cultura municipal. Mas isso ainda está em estudo.”
Protesto já é convocado
O Fórum de Lutas Contra o Aumento da Passagem marcou para o próximo dia 13 um grande ato na Cinelândia, às 17h. “Esperamos uma grande adesão na próxima passeata. Afinal, esse aumento valeu por dois, pois conseguiram aumentar e ainda subiram o valor anterior previsto”, informou Gabriel Siqueira, membro do movimento.
Aumento de 9% nas tarifas
O prefeito Eduardo Paes foi rápido: o novo preço da passagem dos ônibus municipais será de R$ 3, ou seja, 9% a mais do que os R$ 2,75 atuais. A decisão está publicada hoje no Diário Oficial e começa a valer a partir do dia 8 de fevereiro. O Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro (TCM) recomendou o reajuste na terça-feira. Os conselheiros entenderam que o contrato de concessão da prefeitura com as empresas de ônibus deve ser cumprido para evitar o risco de interrupção dos serviços.
Por contrato, o reajuste das tarifas deve acontecer uma vez por ano, sempre no primeiro dia útil. Mas o último aumento foi há mais de dois anos, em janeiro de 2012. No ano passado, o governo federal solicitou que o prefeito Eduardo Paes adiasse o reajuste para segurar a inflação. Ele atendeu ao pedido. Seis meses depois, em junho, o preço saiu de R$ 2,75 para R$ 2,95. E foram exatamente estes R$ 0,20 a mais o estopim de uma série de protestos em todo o Brasil. A pressão popular abriu um precedente histórico: o governo foi obrigado a recuar da decisão, voltando a tarifa para R$ 2,75.
No Rio, diferentemente de muitas outras metrópoles, não existe subsídio por parte do governo para os serviços prestados pelos ônibus, o que diminuiria o valor da passagem. Sendo assim, de acordo com especialistas, não existe outra opção além de repassar o custo operacional do sistema para os passageiros. E não fica por aí. São os usuários que pagam também pelas gratuidades.
O presidente da Fetranspor, Lélis Marcos Teixeira, disse ontem que as passagens permaneceram “congeladas” por dois anos, ao contrário do custo operacional dos serviços oferecidos pelas empresas de ônibus, uma vez que houve aumento do combustível, da mão de obra e de vários outros itens.
“O TCM recomendou que toda a frota tenha ar-condicionado até 2016. Isso é para daqui a dois anos. E a vida útil de um veículo aqui no Rio é cinco anos. Vamos precisar fazer um grande investimento. Tem ainda uma outra questão: os bancos não dão financiamento se a segurança jurídica dos contratos estiver ameaçada”, disse, lembrando que, no caso dos ônibus municipais, não existe a exigência do Ministério Público de dez dias de prazo para a entrada em vigor do decreto.
Colaborou Daniel Pereira
Fonte: O Dia Online







































